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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Estados Unidos se aproximam mais do Brasil

Os Estados Unidos continuam uma bem-vinda aproximação com o Brasil, agora no governo Dilma Rousseff. Diversas figuras do país norte americano desembarcaram por aqui para uma conversa com a governante. Para a posse da presidente, no primeiro dia do ano, a secretária de Estado americana Hillary Clinton foi até Brasília cumprimentar a nova líder.
Em fevereiro, no dia 7, Dilma recebeu o secretário do tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner. No dia 10, liderando uma equipe de congressistas americanos, foi a vez de o senador republicano John McCain ter uma audiência com a presidente. Na última quarta, Dilma recebeu o CEO da General Eletric, o republicano Jeffrey Immelt. Ele é membro do conselho não-governamental do presidente Barack Obama sobre a crise econômica.
O presidente americano deve fazer uma visita ao Brasil, em março. Cogita-se no dia 19. Obama vai até Brasília e, ainda não confirmado, deve passar pelo Rio de Janeiro.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Só demorou 13 dias..

Só precisou de uma catástrofe para a presidente Dilma Rousseff e o governo do Rio Sergio Cabral reaparecerem e darem ao menos a primeira entrevista do ano, no último dia 13. Juntos, numa coletiva, falaram sobre o quanto estão sensibilizados pelo tragédia na região serrana do Rio de Janeiro. Se auto-elogiaram, se auto-prestigiaram, e é isso. Agora, só em fevereiro.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sai Lula, entra Dilma e o silêncio continua

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva nem de longe será lembrado como de lábia fácil com a imprensa. Ele falava às multidões pelo palanque. As entrevistas foram raras.
Dilma Rousseff vai pelo mesmo caminho. Já se passaram sete dias de governo sem uma palavra. A julgar pelo fim-de-semana sem compromissos, no máximo, apenas na segunda, dia 10, ela poderá dar uma palavra com a imprensa e, por conseqüente, com o Brasil.
Em 2003, Lula foi dar a primeira palavra apenas no 16º dia de governo, ainda assim, no caminhar entre um evento e outro. Parar e sentar para falar isto só no 27º dia.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Dilma e o exemplo que vem da Índia

A presidente Dilma Rousseff, no discurso no Parlatório citou uma “importante líder indiana” que disse “não se pode trocar um aperto de mãos com os punhos fechados”. A citada é Indira Gandhi.

Ela foi condenada pela Suprema Corte Indiana a perder o mandato na Lok Sahba, equivalente a Câmara dos Deputados, por ter se utilizado na eleição de práticas eleitorais desonestas, gastos de campanha excessivos e uso da maquina pública para motivos eleitorais. Em sua defesa, Indira disse que não fez nada diferente que todos os outros partidos sempre fizeram.

Lembra alguma coisa?