Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o vice-presidente da Embraer, Horacio Forjaz, defendeu a necessidade das 4.270 demissões na empresa que citou com “luta pela sobrevivência”. Ele lembrou que a crise financeira afetou todo o mercado de fabricantes de aviões comerciais citando a Boeing que prevê o corte de 10 mil pessoas até o fim do ano. O caso mais dramático foi a Eclipse que Forjaz considerou “a principal concorrente na aviação executiva” que faliu há duas semanas.
Ele citou que em 2007 a Embraer fabricou 169 aviões, em 2008, 204, e a projeção para 2009 era de 220 aviões, no entanto em janeiro, as encomendas caíram para 150. Forjaz foi enfático “as demissões decorram disso”. Ele citou que 7% da produção é voltado ao mercado interno e que as quatro principais empresas no mercado são a própria Embraer junto a Airbus. Boeing e Bombardier.
Ele citou que em 2007 a Embraer fabricou 169 aviões, em 2008, 204, e a projeção para 2009 era de 220 aviões, no entanto em janeiro, as encomendas caíram para 150. Forjaz foi enfático “as demissões decorram disso”. Ele citou que 7% da produção é voltado ao mercado interno e que as quatro principais empresas no mercado são a própria Embraer junto a Airbus. Boeing e Bombardier.