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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Filminho da Madrugada

Saw VI (2009), de Kevin Greutert (EUA)

Na eterna franquia de Saw (Jogos Mortais), fora da tela, um dos poucos nomes que perpassaram todos os capítulos foi de Kevin Greutert. Editor dos cinco primeiros filmes, ele estreia na direção neste longa. Toda esta introdução serve para dizer que o filme é igual aos outros: pessoas morrem, de formas cruéis, em supostos testes. E aí esta a grande desvirtuação deste episódio. O aprendiz de Jigsaw parece não ligar para a condução dos testes, antes meramente pessoais, para que o personagem mate qualquer um. O filme perdeu sua alma. Estou esperando a oitava versão, para quem, enfim Jigsaw possa dar um jeito em tudo.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Filmezinho

Love Happens (2009), de Brandon Camp (EUA)

Chega a ser surpreendente entregar nas mãos de Brandon Camp, um diretor iniciante, 18 milhões de dólares. Num país mestre em comédias românticas, com excelentes títulos anualmente, esta é a ovelha negra. Muito chato. Sorte dos produtores terem feito (bastante) lucro baseados em dois atores de peso: o bom Aaron Eckhart (a quem falta sorte para produções melhores), e a chata Jennifer Aniston (que se firma como atriz de um papel só). Quem puder não ver, não veja. Não vale o tempo, dinheiro, a experiência.

Visto no Telecine Play

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Filme e Cupcake

The Chronicles of Narnia: The Voyage of The Dawn Treader (2010), de Michael Apted (EUA)

Último filme da trilogia de Nárnia, tem no roteiro uma fórmula batida e de sucesso: casal protagonista - no caso, os irmãos - e um coadjuvante trapalhão - o primo. Mesma linha, por exemplo, dos filmes "Mummy" e "National Treasure". Voltado ao público infanto-juvenil tem bons efeitos especiais, e um belo final. Mesmo que no caso aponte a possibilidade do quarto filme. É interessante notar que Hollywood apostou alto, bancando os cerca de U$ 150 milhões para a obra, que arrecado, em bilheteria, mais de U$ 415 milhões. Cinema não conhece crise.
(Visto no Telecine Play)


Levei para viagem o Cupcake de Tomate Seco (algo em torno de R$5,50-R$6,00) da Cups $ Co, em Ipanema. É bobinho. Talvez não seja o sabor especialidade da casa. Por ele, certamente, não vale a ida até o local. É um bolinho com gosto de queijo, recheado com pedaços de tomate seco. Se existe algo mais elaborado no salgado, meu paladar limitado não detectou. É pequeno, deixa uma vontade de comer mais um. Mas combinando preço-sabor, é necessário incrementar mais para valer elogios.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Filmes do Dia

Sunshine Cleaning (2008), de Christine Jeffs (EUA)

O lance de Sunshine Cleaning é juntar duas belas meninas dos states (Emily Blunt e Amy Adams) e contar uma história sobre a dureza de vida, com algum tom irônico. Funciona até certo ponto. O filme não é fantástico. Não fosse pelo nome das duas, e do Alan Arkin, dificilmente teria visto.

Visto no Telecine Premium HD





Amored (2009), de Nimród Antal (EUA)

Nimród Antal, húngaro, tem três filmes no fantástico mundo de hollywood. Este é o mais fraco deles. "Temos Vagas" e "Predatores" são os outros. Ele demora a decolar. Sai pouco do chão. E não dá uma linha ao espectador sobre para quem torcer. Todo filme tem "secretamente" que fazer isso. Não sei se gostei do final do filme. Poderia ser mais ousado.


Visto no Max Prime*

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Voltando a ver cinema em casa

Predators (2010), de Nimród Antal (EUA)

Imagine as pessoas tentado salvar as próprias vidas lutando contra o monstro da ilha de LOST... então isto é Predadores. Só que tem o Adrien Brody como líder, e nossa queridinha Alice Braga, como 'escudeira'. No filme, ela supostamente interpreta uma guatemalteca. É o quinto filme da série Predador, mas gostaria de ver a sequência, se houver, deste.. Sim, o filme acaba dando pano para outro... 
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Visto no Telecine Play



Season of the Witch (2011), de Dominc Sena (EUA)

Season of The Witch (Caça às Bruxas) é um dos duzentos filmes que Nicolas Cage fez nos últimos quatro/cinco anos. É bobo, mas entretém. Tem aquela produção impecável que faz o filme. Apesar de uma falha de roteiro, creio, que contrário fosse, faria o decorrer do filme inútil, é, no geral, bem legal.
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Visto no Telecine Play

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

The Ides of March, de George Clooney (EUA/2011)

É o melhor filme da versão diretor de George Clooney. Tem um elenco que, por si só, garantiria a qualidade da obra: além do próprio, Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti, e o ex-clube do Mickey Mouse Ryan Gosling. Na linha "Good Night, Good Luck" trata da política americana e é aquele tipo de filme candidato a prêmios pelo mundo. Já ganhou Veneza, e tem boas cotações futuras. A história prende o espectador que sai do cinema com a sensação de ter visto um bom/grande filme, igualzinho com o cinema brasileiros. Eu morro antes de ver um filme daqui que não seja propaganda pró-partidão que controle a Petrobrás. Que merda!
Visto no São Luiz, Grupo Severiano Ribeiro.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Filmes do Dia

Edge of Darkness (2010) de Martin Campbell (EUA)

É muito bem ter Mel Gibson de volta às telas. É o primeiro protagonista em oito anos de abstenção. Apesar do roteiro bem arrumado, escrito a quatro mãos por William Monahen (Oscar por “Os Inflitrados”) e Andrew Bovell, o filme não conseguiu limpar a imagem negativa por agressões e acusações de racismo contra Gibson. Ele está o grande ator de sempre, mas não foi capaz de levar, em consideração ao custo do fime, o público as salas.

Visto no Max HD



The Ugly Truth (2009), de Robert Luketic (EUA)
 
O filme tem nome e sobrenome: Gerard Butler. Ele é a graça do filme. Não que Katherine Heighl não seja boa atriz. Aqui, ela está escalada para ser a parte linda da história. O que faz muito bem. Por ser uma excelente atriz, ainda soma pontos para esta comédia romântica, que como bom exemplar do gênero, é boba e campeã de bilheteria, arrecadando 205 milhões de dólares, somente em cinemas, mundo a fora.
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Visto na HBO

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Filme + Filme + Pizza


Contre Toi (2010), de Lola Doillon (FRA)

Um drama francês com psicologia francesa, atores franceses, direção francesa. Não sai do mesmo lugar. Síndrome de Estocolmo sem charme, surpresa. Chato.

Visto no Max*





District 9 (2009), de Neil Blomkamp (USA, CAN, NZL, AFS)

Ficção muito interessante. Um roteiro novo e perspicaz. A atuação de Sharlto Copley é impecável. Pena que ele não levou nenhum prêmio por isso. Neil Blomkamp, diretor e roteirista, é um nome que entra para a lista que esperamos pelo próximo trabalho.

Visto no Max*





Domino's Pizza: Catuperoni. (Miguel Lemos, Copacabana). Terça em Dobro. A fatia saiu por R$2,75. Com a entrega, R$44. Muito bom! Não tem erro.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Filme de Domingo

 The Last Airbender (2010), de M. Night Shyamalan (EUA)

Filmes de M.Night Shyamalan são 8 ou 80. Há os que gostam, há os que odeiam. Apesar das pesadíssimas críticas, considerando ser um filme Nickelodeon, este é bem interessante. Além dos efeitos visuais impressionantes. Sei lá, acho que as pessoas andam muito mal com a vida para dar nota 2,3. Tem uma frase que resume bem "não é nem próximo de ruim como as críticas avaliam". O sucesso de bilheteria atesta que, pelo menos entre estes muitos, a diversão valeu a pena. 

Visto no Telecine Play HD

domingo, 4 de dezembro de 2011

Filme de Sábado

Metal Tornado (2011), de Gordon Yang (EUA)


Este cartaz é infinitamente mas bem produzido que o filme. É sobre um tornado magnético que destrói tudo pela frente. Com baixíssimo orçamento, vale mais a imaginação sobre o que se está falando do que propriamente é mostrado. Feito para tv, tem como astro Lou Diamond Phillips, conhece? Então.. A ideia era que alguém fosse conhecer.


Visto no SyFy

sábado, 3 de dezembro de 2011

Filmes Vistos na Sexta


Os primeiros da temporada férias 2011/2012:

 Bottle Rocket (1996), de Wes Anderson (EUA)

É o primeiro longa do Wes Anderson. Com roteiro dele e do amigo Owen Wilson, que estréia como ator juntamente com os irmãos Luke, e Andrew, que tem um papel menor. Foi um fracasso de público, mas é um filme bom que lançou a carreira de todo mundo. Tem o Mark Mothersbaugh fazendo a música. Para Martin Scorsese, um dos 10 melhores do anos 90.

Visto no Max*

 Easy A (2010), de Will Gluck (EUA)

Com a musa geek Emma Stone, um filmezinho bobo sobre a adolescência norte-americana. Pelo papel Emma ganhou o MTV Movie Award de melhor perfomance cômica. Apesar do pouco peso, é uma categoria vencida por pesos pesados: Jimmy Carrey (5x), Dustin Hoffman, Johnny Depp, Jack Black. É uma queridinha de Hollywood se firmando no cenário.

Visto na Hbo Hd
Zombieland (2009), de Ruben Fleischer (EUA)

Uma comédia sobre zumbi. De novo, Emma Stone em cartaz. Um filme divertido. Em uma cena, Jesse Eisenberg critica o Facebook. No ano seguinte, ele interpretaria em The Social Network (2010), Mark Zuckerberg, o criador do Facebook.

Visto no Max Prime

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Cilada.Com (2011), de José Alvarenga Jr.: Uma quase cilada.

A versão cinematográfica da série de sucesso Cilada, exibida pelo Multishow, leva a marca da direção de José Alvarenga Jr. O seu modo peculiar de misturar televisão e cinema está lá. É pode-se dizer uma estética própria, sua marca. São quase inexistentes os apelos visuais, grafismos, são poucos os atores, não existe nada subliminar. A força está toda no texto. Para o bem ou para o mal, Alvarenga não tem estética.

Só que, roteirista e protagonista, Bruno Mazzeo não está no seu melhor. Piadas prontas, repetidas, fogem do humor “stand-up” característico do seriado. Os personagens são quase os mesmos. A diferença é a necessidade para mostrar as mulheres bonitas. O que antes era a namorada do dia-a-dia (Débora Lamm), com o cotidiano de um casal, agora é um show sem sentido de motivos bobos para exibir as belas atrizes do momento: Fernanda Paes Leme, Carol Castro... Com certeza, o talento de Mazzeo é capaz de ir além desta tão tradicional bobagem fílmica.


Destaque positivo para participação de Serjão Loroza que rouba a cena com o pretenso diretor de documentários alternativos... talvez, ele já valha o ingresso.

*Diarios00 viu a convite da produção

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Breves Relatos Cinematográficos das Últimas Semanas (BReCÚS)

Joueuse (FRA/2009), de Caroline Bottaro. Com Sandrine Bonnaire e Kevin Kline
Ø  Um drama sob a pacata vida de uma dona-de-casa. Uhnn, não sai de cima do muro. Não decola na narrativa. Nem cativa pela personagem. Vê-se sem entusiasmo.
  
Vénus Noire (FRA/2010), de Abdellatif Kechiche. Com Yahima Torres, Oliver Gourmet
Ø  Excessivamente longo. Duas horas e meia. Menos 60 minutos a conversa seria outra. Impressiona a entrega de Yahima a uma personagem tão depreciada. Não veja

Mamonas pra Sempre (BRA/2011), de Cláudio Kahs.
Ø  Um gostoso documentário sobre a vida da banda que marcou uma geração. É simples, sem devaneios narrativos, mas cumpre seu papel. Atraí jovens.

Source Code (EUA/2011), de Duncan Jones. Com Jake Gyllenhaal, Michelle Monaghan.
Ø  Ficção científica interessante. Vende o peixe. Pipoca tranqüila.

domingo, 6 de março de 2011

"O Seqüestro do Metrô 123" (EUA/2009), de Tony Scott

"O Seqüestro do Metrô 123" (EUA/2009) é sintomático da obra do diretor Tony Scott: é razoável, e não empolga. O sempre decadente John Travolta é o cara mau. E o sempre herói Denzel Washington tem os defeitos (e méritos) à la homem-aranha. Sem graça.

Terceiro filme baseado no livro de John Godey tem roteiro de Brian Helgeland, ganhador do Oscar na função em "Sobre Meninos e Lobos" (EUA/2003).

Scott tem obsessão por Washington. Desde "Chamas da Vingança", de 2004, a parceira foi repetida em quatro dos cinco filmes do diretor.

quinta-feira, 3 de março de 2011

"A Rainha", de Stephen Frears (2006)

Com quatro anos de atraso, Diarios00 conferiu e gostou do aclamado "A Rainha", de 2006 (FRA/ITA/UK), sobre a reação da rainha Elizabeth 2, nos dias seguintes a morte da princesa Diana, em 1997.

Ganhadora do Oscar de melhor Atriz, Helen Mirren, interpreta pela quarta vez a figura máxima da coroa britânica. Deu-se pouco destaque a boa presença de Michael Sheen como Tony Blair. Sheen é um favorito do Diarios.

Do diretor Stephen Frears, o destaque de produção fica pelas letras de Peter Morgan. Também roteirista, de Frost/Nixon(2008), com Sheen, e O Último Rei da Escócia(2006).

É um tema obsessão do cinema: realeza britânica. Vide o vencedor do Oscar deste ano: O discurso do Rei. Ainda veremos em algum centro cultural uma mostra com esta temática.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O Ritual (2011)

O Ritual (2011) USA

Com o camaleão Anthony Hopkins, O Ritual é um interessante filme sobre o mítico tema do exorcismo. Baseado em fatos reais, a história se passa, não menos, que nas cercanias do Vaticano.

Do direitor sueco Mikael Hafström, a película tem lampejos dos filmes do americano Tom Ford, ao incluir comédia donde menos se espera, quebrando a tensão/seriedade do momento.

Boa oportunidade para ver a brasileira que mais filma em Hollywood, Alice Braga que se mostra madura com um bom papel coadjuvante.

O Discurso do Rei (2010)

O Discurso do Rei (2010) Uk/USA/AUS

Diz os rumores que a Rainha Elizabeth teria visto e gostado do filme sobre o pai, o Rei George VI, que gago enfrentou a limitação expressiva para liderar a Inglaterra frente às portas da 2º Guerra Mundial.

Do diretor Tom Hooper, com Colin Firth e Geoffrey Rush, o filme lidera as indicação ao Oscar 2011. É um bom candidato, mas certamente não a altura de entrar para a história como o "melhor da temporada".

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Três horas à fala do ditador: Morte a Ceausescu

07.10.2010: Três horas à fala do ditador: Morte a Ceausescu
Ao lado de Carlos na mostra não-competitiva de Cannes 2010, à A Autobiografia de Nicolae Ceausescu, do diretor Andrei Ujica, estranhamente não faltam comentários elogiosos. São 180 minutos em preto e branco, mesclando cenas mudas e de som entediante. No meio do mar fílmico, falas do ditador romeno, sem linha condutora, apenas ordenada cronologicamente.
A idéia é mostrar, por meios de imagens oficiais, um perfil do culto a personalidade do líder comunista, condenado a morte no julgamento da revolução que o derrubou em 1989. Na falta de cores do vídeo evidencia-se o atraso tecnológico socialista no tanger da década de 90.
Ceausescu tinha um exótico modo de acenar ao público. Ora com a mão direita, o tradicional tchau, com a palma da mão balançando entre a direita e esquerda. Ora com a mão esquerda, um cumprimento próprio, a palma da mão aberta oscilando para baixo e para cima. Essa mania se confirma em várias ocasiões ao longo dos anos.
O documentário exibe as gigantescas manifestações orquestradas pelo Partido Comunista por todo o mundo sob a égide da União Soviética. É fácil imaginar um ditador ludibriando-se com uma multidão por dia o idolatrando.
Ujica nasceu em Timisoara, berço da revolução de 89. A autobiografia vem claro que somente Ceausescu tem a palavra no filme. Uma voz para o consenso, camarada. Assim como numa fala na qual o líder critica os poetas por fazerem poemas de amor, e não sociais e revolucionários.
O QUE: Documentário “A Autobiografia de Nicolae Ceausescu”
QUANDO: 14h15-17h15
ONDE: Centro Cultural Justiça Federal
QUANTO: R$4 (meia)

04.10.2010: CARLOS. Cinco Horas e Meia da Maior Maratona Cinematográfica

04.10.2010: CARLOS. Cinco Horas e Meia da Maior Maratona Cinematográfica

De um morno Festival de Cannes, apenas uma boa nota: uma série européia feita para a televisão sobre a vida Carlos, Chacal. O Terrorista. Uma produção com o total de cinco horas e meia que muitas vozes alçavam a categoria de “obra-prima”. Naquele maio, soavam distantes as vozes na elitista Riviera Francesa. Não passou de uma breve questão de tempo. Chegado outubro, com o Festival do Rio, a cidade teve a chance de ver a produção num respiro só.

Critico que não sou, nem pleiteio, Carlos é muito bom. Prende em cada um dos 330 minutos. As atuações têm um timing, uma vibração perfeita. Destaque para Édgar Ramírez, ator venezuelano que personifica o terrorista. Impecável. Palmas para o francês Olivier Assayas, criador, diretor e roteirista da série. É tudo muito bem estruturado, fluído e dinâmico. Inclusive a animada e precisa trilha sonora.

Valeu a maratona cinematográfica. E aos que perderam é esperar o corte de 140 minutos para o circuito comercial da produção de 18 milhões de dólares. Ou ver no DVD.

O QUE: Exibição na Íntegra da Minissérie “Carlos”

QUANDO: 14h00-19h50

ONDE: Oi Futuro Ipanema

QUANTO: R$7 (Meia)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

"Rede de Intrigas", de Sidney Lumet (1976)


Sem comentários. É um dos melhores filmes de todos os tempos: “Rede de Intrigas” (Network – EUA, 1976) de Sidney Lumet com roteiro de Paddy Chayefsky. A melhor crítica cinematográfica a era da televisão. Indicado a 10 Oscars, vencedor de 4. O filme com o maior número de indicações para atores, cinco no total. Levou de melhor atriz e melhor ator e atriz co-adjuante, além de melhor roteiro. Outras 14 vitórias em premiações mundo a fora. A melhor coleção de frases de efeito do cinema. Cenas perfeitamente construídas. É impecável.