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segunda-feira, 23 de março de 2009

Desenvolvimento debate comércio com Suécia e Bolívia

O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, tem reunião, hoje, em São Paulo, com a ministra de Comércio da Suécia, Ewa Björling. A comitiva sueca conta com 30 pessoas. Os ministros debaterão cooperação industrial, perspectiva de crescimento de investimentos e incremento no comércio bilateral. Apesar da crescente na balança comercial quase triplicada entre 2003 e 2008 quando chegou a US$2,286 bilhões, houve queda no primeiro bimestre 2009 de 33,1% sobre o mesmo período no ano passado.



Nesta segunda, em Brasília, ocorre a 5º Reunião da Comissão de Monitoramento do Comércio Brasil – Bolívia. A balança com os vizinhos também registrou queda de 34% no primeiro bimestre em relação ao ano passado. Será debatido a integração de setores produtivos, cooperações comercias de propriedade intelectual e de medidas sanitárias, e a flexibilização das Regras de Origem para produtos têxteis. As exportações brasileiras para a Bolívia, no primeiro bimestre de 2009, representaram 0,7% do total acumulado

quinta-feira, 12 de março de 2009

Um alento sul-americano a EMBRAER

Depois de anunciar a demissão de 4000 funcionários devido à falta de encomendas de aeronaves, a EMBRAER teve nesta quarta-feira um dia promissor. O ministro da Defesa da Colômbia Juan Manoel Santos, em encontro com o colega brasileiro Nelson Jobim anunciou o desejo de participar do projeto de construção do avião de transporte KC-390, da EMBRAER. Santos afirmou que “o Brasil é um sócio estratégico e que (a Colômbia) vem buscar laços de cooperação”, informou em nota o ministério da Defesa.



Santos declarou o interesse no desenvolvimento de aviões não-tripulados que classificou como o “futuro das forças aéreas em qualquer parte do mundo”. Para o ministro colombiano, o Brasil “tem uma capacidade instalada muito importante na aviação”. Ele visita, hoje, as instalações da EMBRAER, em São José dos Campos.



Ainda, na quarta, o ministério da Defesa da Bolívia comunicou o interesse em comprar aviões de treinamento militar do Brasil ou do Chile. A compra está entre a EMBRAER e a chilena ENAER. A Bolívia já encomendou seis aviões de caça à República Tcheca por US$59 milhões.



Nesta quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores Celso Amorim recebe o colega boliviano David Choquehuanca e o ministro da Defesa da Colômbia Juan Manoel Santos.



> Cabe ao governo brasileiro que tanto questionou as demissões na EMBRAER, a movimentação necessária para trazer os investimentos externos ao país e consolidar a estrutura empregatícia do setor aéreo.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Caímos na lábia marqueteira dos nossos vizinhos sul-americanos: Equador, Venezuela e Bolívia

A Bahia é governada pelo carioca-judeu-petista Jacques Wagner. Ele já foi ministro no governo Lula. Imagino o país em reboliço se Wagner anunciasse um calote no BNDES. O presidente Rafael Correa pensou nisso e encontrou um plano de marketing perfeito. Agora, Correa e o Equador estão mais falados que a Bahia. Olha que o PIB baiano é maior que o equatoriano. A Bahia de ACM e Jorge Amando, Raul Seixas e Caetano já não é párea para os R$ 243 milhões que Correa diz todo dia fazer questão de não pagar.



Hugo Chavez consegue atrair a mídia mundial com a revolução bolivariana. O Flamengo deveria fazer um estágio publicitário com ele. Se a Venezuela tem 30 milhões de habitantes, o Flamengo tem o mesmo número de torcedores, mas nem de longe consegue atrair a atenção de europeus e americanos com a mesma intensidade.



A Bolívia então é a palavra em marketing geopolítico. O país pode até ser relativamente grande com a mesma área do Pará, mas o PIB é o mesmo de Rondônia. Se fizéssemos uma enquete sobre capitais, as pessoas demorariam menos tempo para cravar La Paz do que para desistir de Boa Vista, quer dizer Porto Velho. Num ranking de habitantes, a Bolívia seria o sétimo estado brasileiro mais populoso. Que Evo Morales é o presidente boliviano é notório, mas quem são os governadores dos seis estados mais populosos que a Bolívia. A saber: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná? Morales deixou todo mundo para trás.





Resposta: José Serra (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-SP), Sergio Cabral (PMDB-RJ), Jacques Wagner (PT-BA), Yeda Crusis (PSDB-RS) e Roberto Requião (PMDB-