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segunda-feira, 30 de março de 2009

Doha recebe Cúpula de líderes da América do Sul e Países Árabes

Termina, hoje, o II Foro Empresarial da América do Sul – Países Árabes (ASPA) realizado em Doha, no Catar, com empresários e membros das Câmaras de Comércio de ambas as regiões. O Brasil tem cerca de 30 representantes. Desde a criação da ASPA, em 2005, pelo governo brasileiro, o comércio entre os continentes cresceu de US$ 11 bilhões, em 2004, para US$ 25 bilhões ano passado. No país, esse crescimento foi de 150% saltando para US$20 bilhões ano passado. A ASPA conta com 34 países (12 sul-americanos e 22 árabes), além da UNASUL e da Liga dos Estados Árabes.



O presidente Lula esta em Doha para a realização, amanhã, da II Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da ASPA. Na ocasião se discutirá marcos para um futuro acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Conselho de Cooperação do Golfo.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Amorim e Jobim fazem o Brasil na África

O ministro da Defesa Nelson Jobim continua, nesta quarta, sua viagem pela África do Sul. Ele retoma as visitar a companhia DENEL Dynamics onde assiste a demonstração de lançamento do míssil A-darter. Na turnê africana, ele ainda visitará Moçambique e Guiné-Bissau.

Desta vez, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, em seu último dia de viagem, também se encontra no continente em visita a Cabo Verde, na capital Praia. Na ocasião, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) realiza uma reunião ministerial sobre Guiné-Bissau, que neste mês teve o presidente assassinado, com um encontro junto ao presidente de Cabo Verde, Pedro Pires. Amoriml se encontrará também com a ministra das Finanças local, Cristina Duarte, e com o vice-presidente do Guiné-Bissau, Henrique Rosa.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Amorim na Europa, Jobim na África: as Relações Internacionais do Brasil atacam em duas frentes

O ministro das Relações Internacionais, Celso Amorim, continua, hoje, a viagem pela Bélgica, iniciada no sábado. Nesta tarde, ele terá reuniões com a comissária das Relações Exteriores da União Européia (UE) Benita Ferrero-Waldner, com o presidente da Comissão Européia João Manuel Barroso e com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Karel de Gucht. Com os representantes da comunidade, Amorim conversará sobre a implementação do Plano de Ação de Parceira Estratégica Brasil-UE. Ontem, ele assinou com o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), um acordo sobre direitos fundamentais do trabalho no âmbito da América Latina, Caribe e África. O ministro segue amanhã para os Países Baixos e, na quinta, para Cabo Verde.

Não obstante, em disputa pelo prestígio internacional, quatro dias depois de condecorar o embaixador brasileiro em São Tomé e Príncipe, Manoel Innocêncio, com a Ordem do Mérito da Defesa, o ministro da pasta Nelson Jobim, está em visita à ilhota africana. Ontem e hoje, ele mantém reuniões com o ministério da Defesa local. Jobim visitará além da ilha, a África do Sul, Moçambique e Guiné Bussau para intensificar a cooperação na área militar. Para se aproximar mais do continente, o Brasil tem vontade de trazer militares africanos para fazer treinamento nas academias brasileiras. O filho do presidente de Guine Bissau morto este mês está em treinamento no Rio de Janeiro.

sábado, 21 de março de 2009

Amorim participa, hoje, na Bélgica, de Fórum sobre economia

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, está, hoje, na Bélgica, para participar do Fórum de Bruxelas 2009 sobre a condução da economia pelos governos. O encontro conta com a presença do presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. Em 2002, o ainda candidato a presidência Luís Inácio Lula da Silva recusou um encontro com Zoellick, representante de comércio dos Estados Unidos, a quem chamou de “sub do sub do sub”, para debater a ALCA.



Antes, Amorim conversará com o alto representante para Política Externa e de Segurança Comum da União Européia, Javier Solana. A nomenclatura do cargo de Solana foi uma das divergências à época do debate sobre a constituição européia. Inicialmente, o termo “ministro” foi rejeitado, em posterior, no Tratado de Lisboa, acordou-se “alto representante”.

terça-feira, 17 de março de 2009

Definições no Parlasul em 30 dias

O Parlamento do Mercosul (Parlasul) em reunião, em Montevidéu, criou um grupo de trabalho para definir em um mês a questão da proporção de parlamentares por países membros. O Brasil defende um teto de 75 parlamentares sendo o único com esse número, dividindo 33 para Argentina, 27 para a Venezuela, e Uruguai e Paraguai com 18 cada. A proposta argentina aumenta o seu número de delegados para 43 e da Venezuela para 31. Uruguai e Paraguai aceitam continuar com 18, mas exigem um teto de 50 delegados.



A nova divisão começa a ter validade em 2011. A previsão é que todos os parlamentares sejam eleitos para o cargo. No Brasil, corresse para efetivar a eleição ainda em 2010. Além de presidente, senadores, governadores, deputados federais e estaduais elegeríamos também os parlamentares do Mercosul.



Em qualquer proposta ainda haveria má proporcionalidade com perdas ao Brasil. O país tem 190 milhões de habitantes contra 3 milhões do Uruguai e 6 milhões do Paraguai. Venezuela tem 28 milhões de habitantes e a Argentina 40 milhões.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Parlasul se reúne para regulamentar o Observatório da Democracia

O Parlamento do Mercosul, o Parlasul, se reunirá hoje e amanhã, em Montevidéu, para regulamentar o Observatório da Democracia, criado em 2007, para acompanhar processos eleitores nos países da região. Ano passado, o observatório enviou uma delegação a Bolívia para verificar o referendo de manutenção de Evo Morales na presidência, que considerou legal.

A reunião que ocorre no Uruguai, seria no Paraguai, para comemorar os 18 anos do tratado de Assunção que criou o Mercosul. Um atrito com a delegação paraguaia sobre o número de parlamentares que cada membro tem direito cancelou a idéia. Atualmente, cada país tem 18 representantes no Parlamento. A partir de 2011, porém, esse número será pela proporcionalidade das populações. A proposta brasileira é de 75 parlamentares para o Brasil, 33 para a Argentina, e Uruguai e Paraguai 18 cada um. O processo está paralisado, enquanto Assunção não se diz favorável a idéia ou propõe uma alternativa. Há a esperança de um diálogo para este reunião.

quinta-feira, 12 de março de 2009

OMC questiona comércio exterior do Brasil e coloca Lula em xeque sobre protecionismo

A Organização Mundial do Comércio (OMC) concluiu, ontem, em Genebra, na Suíça, o V Exame da Política Comercial do Brasil colocando o presidente Luis Inácio Lula da Silva em uma aparente dicotomia. Enquanto o presidente vai todo dia a tribuna reclamar do aumento do protecionismo no mundo, o Exame relata a queixa internacional ao aumento do protecionismo brasileiro. No relatório consta a queixa pela elevação de tarifas de importação, sobretudo têxteis e calçados, e a necessidade de um alto número de licenças à importação.

Positivamente, os países reconhecerem o esforço brasileiro em superar a atual crise.

No exercício, vinte e sete países de 40 delegações submeteram mais de 800 perguntas ao Brasil, um recorde e um acréscimo de 65% em relação ao Exame anterior. O governo sinaliza que a participação mostra o crescimento do país no comércio internacional. O teste ocorre a cada quatro anos para países em desenvolvimento e a cada dois para países desenvolvidos.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Lula se encontra com diretor do FMI para tratar de reformas no Fundo

Cinco dias depois de revelar que o Fundo Monetário Internacional (FMI) pretende anunciar mudanças na concessão de empréstimos e linhas de financiamentos, o diretor do fundo na América do Sul Paulo Nogueira Batista se encontrou, hoje, com o presidente Luis Inácio Lula da Silva. Eles abordaram a próxima reunião do G20 onde está em marcha uma campanha para que os países em desenvolvimento consigam um acordo político a fim de obter maior poder de voto nas decisões do organismo. A idéia é até 2011 mudar o sistema de votação do FMI.

Batista havia salientado a importância do país na discussão. “Grande parte do que está sendo aceito pelo staff do Fundo foi proposto pelo Brasil”. No âmbito de mudanças do FMI, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu, ontem, que os países “avançados, como Estados Unidos, China e Japão” apliquem mais dinheiro no fundo para o investimento nas economias emergentes.