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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Copa Libertadores: São Paulo 2x1 Internacional (Semifinal)


Um belo jogo para decidir o representante sul-americano no Mundial de Clubes. Era um jogo para não ter fim. Mas teve e coube ao Internacional, ao fim de 180 minutos, apesar do empate no resultado agregado em 3x3, pelo critério do gol fora de casa, a vantagem da vaga.

Fosse o São Paulo o vencedor, estaria também em boas mãos. O goleiro colorado Renan mostrou certa instabilidade que pode ser fatal na grande final frente o bom Chivas. Ficou a impressão que os paulistas careceram um atacante de peso, tal como o dispensado Washington. Ricardo Oliveira é um excelente nome, mas sem companheiro. Fernandão não é atacante. Fernandinho talvez não fosse o peso ideal para a ocasião e Marcelinho Paraíba já passou da idade. O volante Hernanes destruiu no meio.

No Inter não tiveram grandes atuações. Com o resultado debaixo do braço souberam jogar do início ao fim com sobriedade para a vaga sob a batuta de Celso Roth. Parabéns aos gaúchos.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Copa Libertadores: Universidade de Chile 1x2 Flamengo (Quartas)


Não foi dessa vez que o Flamengo conseguiu seu grande sonho de repetir o ano de 1981. Foi a melhor tentativa dos últimos 17 anos, ainda assim o time caiu nas quartas-de-final da Copa Libertadores diante o Universidade do Chile. Após a partida ridícula, no Maracanã, semana passada, que perdeu por 3x2, o terceiro jogo sem vitória contra os chilenos na mesma competição, apesar do esforço, os cariocas caíram de pé, na inútil vitória de 2x1, em Santiago.

O atacante Adriano fez um belo primeiro tempo. O melhor no ano. Voltava para ajudar na marcação, deu ótimos passes e armava jogadas. O Flamengo, na medida do possível, jogou bem. Isso porque os homens de meio-campo abusavam do passe errado, principalmente Michael, líder no assunto. A Universidade soube a dosagem certa entre uma boa defesa e um ataque eficiente. Foi na base do peito e da raça que numa bicicleta de Adriano a bola sobrou para Vagner Love de cabeça abrir o marcador para o Flamengo aos 46 minutos.

No segundo tempo, depois da chuva de objetos lançados pela torcida no Flamengo, o time estava no pique para a classificação. Petkovic entrou no lugar de Michael. Foi o sérvio que nos primeiro minutos colocou a bola por entre as pernas do chileno e deu um belo chute a gol. Só que com o passar do tempo, a Universidade se animava e chegava com mais perigo. Aos 28, Montillo deu um belo drible em Juan, avançou à área e fez um lindo gol de cobertura sobre o adiantado Bruno. Foi um balde de água fria nos brasileiros e a faísca que faltava para o caldeirão chileno pegar fogo. Sobre enorme pressão, o Flamengo conseguiu encaixar um contra-ataque, e na base da troca de passe, Leo Moura serviu de calcanhar para Adriano tocar para o fundo da rede. A esperança continuava viva.

Entretanto, com pouco tempo, a Universidade foi esperta e soube atrasar o jogo de todas as formas possíveis. O juiz conivente não deu o tempo de acréscimo condizente. No último lance, os cariocas reclamaram (com razão) de um pênalti não marcado em Bruno Mezenga. Ao fim da partida, os jogadores foram reclamar com o árbitro. Vagner Love, por isso, foi expulso, se juntando a Williams que recebera, injustamente, o segundo amarelo faltando dois minutos para o fim do jogo. Agora, só ano que vem.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Copa Libertadores: Libertad 2x0 Chivas (2º Jogo - Quartas)


O Libertad, do Paraguai, tinha que reverter o 3x0 sofrido na partida de ida para o Chivas Guadalarara, no México, para avançar as semifinais da Copa Libertadores. Apesar de um chute na trave logo no primeiro minuto foram os mexicanos que pressionaram no início da partida chegando perto de fazer um gol e forçar os donos da casa a marcar pelo menos cinco.

Para DIÁRIOS00, meio na base da jogada ensaiada meio sem querer, na segunda cobrança de escanteio baixa antes do primeiro poste, após o desvio de um companheiro, o zagueiro Roman tocou de letra, para abrir 1x0 Libertad, aos 19 minutos. A equipe se animou com o gol e parecia que o segundo seria rapidamente. Os mexicanos conseguiram conter o ímpeto adversário e fecharam o primeiro tempo com a vantagem de poder levar outro tento na segunda etapa.

Precisando do placar, o Libertad foi colocando mais atacantes em campo. A medida surtiu efeito, na medida em que chegava mais ao ataque. Aproveitando a falha da zaga, Maciel correu por trás da defesa para de cabeça fazer 2x0. O gol insuflou o time e a pequena torcida que acreditava na classificação. Faltando 25 minutos, parecia que os paraguaios conseguiram o gol derradeiro.

O Chivas viveu situação idêntica nas oitavas-de-final contra o River Plate. Ganhou de 3 do México, e levou de 2 na Argentina. Lá conseguiu segurar nos oito minutos finais o resultado. Aparentemente aprendeu a lição, com o tempo o Libertad ia desanimando e o Chivas era quem ficava mais tempo com a bola. Aos 49, o juiz Hector Baldassi decretou a passagem dos mexicanos a sua terceira semifinal e seis participações na Libertadores.