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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Estados Unidos se aproximam mais do Brasil

Os Estados Unidos continuam uma bem-vinda aproximação com o Brasil, agora no governo Dilma Rousseff. Diversas figuras do país norte americano desembarcaram por aqui para uma conversa com a governante. Para a posse da presidente, no primeiro dia do ano, a secretária de Estado americana Hillary Clinton foi até Brasília cumprimentar a nova líder.
Em fevereiro, no dia 7, Dilma recebeu o secretário do tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner. No dia 10, liderando uma equipe de congressistas americanos, foi a vez de o senador republicano John McCain ter uma audiência com a presidente. Na última quarta, Dilma recebeu o CEO da General Eletric, o republicano Jeffrey Immelt. Ele é membro do conselho não-governamental do presidente Barack Obama sobre a crise econômica.
O presidente americano deve fazer uma visita ao Brasil, em março. Cogita-se no dia 19. Obama vai até Brasília e, ainda não confirmado, deve passar pelo Rio de Janeiro.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

As novas embaixadas do Brasil

Nesta terça-feira, foi publicado decreto criando quatro novas embaixadas do Brasil no exterior, sendo duas na Europa, Albânia e Chipre, uma na África, em Serra Leoa, e uma na Ásia, em Miamar. Dos quatro, a Albânia é o único país com um intercâmbio comercial mais intenso com o país. Em 2009, exportamos $ 152 bi e importamos $127 bi. Serra Leoa, Chipre e Miamar têm uma balança comercial quase insignificante.

Pelo índice de democracia, criando pela revista inglesa The Economist, Miamar é o quinto país mais fechado do mundo com nota, de zero a dez, 1,77 No mesmo critério, Albânia (5,91) e Serra Leoa (4,11) são regimes híbridos que ainda não consolidaram a democracia. O Chipre (7,70) está no mesmo patamar que o Brasil (7,38) uma democracia defeituosa.

Mais populoso dos quatros países com 50 milhões de habitantes, Miamar vive um rigoroso regime militar desde o golpe que derrubou o governo civil em 1962. Pouca informação pode sair do país onde o Brasil instalará sua representação na cidade de Yangon, que tem 5,5 milhões de habitantes.

Serra Leoa, com 6 milhões de habitantes, é um dos países mais pobres da pobre África. Eternamente envolvida em conflitos pelo controle de suas jazidas de diamantes, ele tem o terceiro pior IDH do planeta e uma das maiores taxas de mortalidade infantil do mundo. O Brasil sediará a embaixada na capital Freetown que tem aproximadamente 1,1 milhão de pessoas.

A Albânia, que luta para sair da herança maldita do comunismo, sonha um dia ingressar para a União Européia. O pequeno pais de 4 milhões de habitantes receberá o Brasil na capital Tirana. O Chipre, capital Nicósia, tem 800 mil habitantes, uma cidade de médio porte no Brasil, e vê seu pequeno território, uma ilha, disputado por Grécia e Turquia.

Enxergando demais: os EUA e o Haiti

Os Estados Unidos enviaram cerca de 20 mil homens para auxiliar na (re)construção do Haiti. Nenhum país ou organização internacional realizou esforço similar seja em número de pessoal seja em maquinaria. E para provar que implicância pouca é bobagem, alguns acusam os país, além de militarizar a situação, de querer tomar posse do Haiti. Concordaria em gênero, número e grau houvesse algo de interessante no local. Já me repetindo, o Haiti é metade de uma Ilha com meia dúzia de belas praias ao Norte. Além disso, é só pobreza, miséria, analfabetismo e mais miséria e pobreza. Parece inquestionável a necessidade de haver sim força policial extra nas ruas. O que parece questionável é a idéia de militares brasileiros, querendo ensinar os costumes locais aos americanos, de fazer a distribuição de mantimentos com mulheres, porque a figura feminina tem muito respeito junto à população que a relaciona a figura materna. Isso realmente parece fantasioso num momento em que se ouve uma explosão de casos de estupro pela destruída capital Porto Príncipe. Melhor deixar aos americanos, cada um, fazendo o seu trabalho.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Transatlânticos continuam atracando no Haiti

Interessante notícia que a rotina de transatlânticos na costa norte do Haiti permanece inalterada. Navios como o Independence of the Seas e o Navigator of the Sea continuam despejando milhares de turistas no litoral do país. Labadee é o paraíso que procuram. O que não é, ao menos, ruim: o Haiti recebe 6 dólares por turista desembarcado.

Isto me recorda uma fala do general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, que foi o primeiro comandante da missão das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH) entre junho de 2004 e setembro de 2005. Ele comentava, horrorizado, a miséria do país, o abandono, o lixo nas ruas, a violência. E, citou os turistas que chegam ao país nos transatlânticos. Para ele, muitos nem sabiam que estavam no Haiti. Eles só sabiam que estavam na Ilha Hispanhola, que forma o Haiti e a República Dominicana. O general citou, intrigado, o disparate entre a completa miséria que tomava o país e o cenário paradisíaco, onde nada faltava, donde atracavam os navios. Cenário, alias, perfeito para uma ressurreição popular.

domingo, 17 de janeiro de 2010

O dinheiro da ajuda internacional no Haiti

Segundo estimativa da Cruz Vermelha, a onda de terremotos no Haiti, que sacudiu a região da capital Porto Príncipe, atingiu três milhões de pessoas, um terço da população do país. Com o número de mortos sendo calculados entre 100 e 200 mil, isso representa que 1 em cada 30 pessoas na área mais atingida pela catástrofe morreram.

Muitas organizações internacionais, países, ONGs e celebridades se comprometeram em doar recursos para a reconstrução do Haiti. Ainda que seja complicada estipular exatamente quanto chegará ao bolso haitiano, a soma começa a ganhar vulto. Algo em torno de $1 bilhão. O que em qualquer país do mundo chama atenção para desvios e corrupção.

Em última instância, no caso da inoperância do já criticado governo de René Préval, pega-se o dinheiro e divide-se entre a população. Eles farão melhor uso.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O que restou do Haiti

Num lugar onde falta tudo, o terremoto no Haiti destruiu o que restava. Derrubou torres de telefonia, destruiu postos de atendimento, bloqueou ruas, e não deixa hospitais operáveis. Faltam água, comida, remédio, pessoal e equipamentos. 11 militares do Brasil morreram. A 12º vítima, a única civil, Zilda Arns é a mãe da Pastoral da Criança.

Em 2006, ela foi considerada para receber o prêmio Nobel da Paz. Ela e a Pastoral são constantemente lembrados e laureados mundialmente pelo trabalho em prol da assistência à criança.

O Haiti tem 80% da população vivendo com menos de 2 reais por dia, e mais de 50% da população analfabeta. Tem uma área similar a do estado de Alagoas, 27 mil km2, e 9 milhões de habitantes, pouco menos que o Paraná.

A missão de paz da ONU no Haiti, MINUSTAH, em atividade desde junho de 2004, tem na liderança cedida ao Brasil uma vedete da política externa do atual governo. Ao ponto de levarmos a seleção brasileira para um amistoso contra a seleção local. À época, o primeiro-ministro haitiano ofereceu mil dólares para quem marcasse um gol na partida perdida por 6x0.

Em dezembro de 2009, a MINUSTAH contava com um efetivo de 9.057 pessoas entre policiais e tropas de 47 países. O Brasil lidera com 1.273 homens e 7 mulheres. Logo seguido pelo pequeno Nepal com 1.236 pessoas, o Uruguai com 1.136 e a Jordânia com 1.062.

Os olhos do mundo, aparentemente, se voltam, momentaneamente, para o Haiti, enquanto o país é mais uma vez devastado por mais uma tragédia natural. Enquanto se fala em 100 mil mortos, 1% da população, quase 2 milhões de pessoas se fosse no Brasil, não se encontra palavras para descrever a barbárie que tomou o país.

sábado, 3 de outubro de 2009

Um dia para a História

Hoje, neste 3 de outubro, tudo mudou. O antes era indício agora é realidade. O mundo realmente aponta para mudanças. O Rio e o Brasil ganharam a maior chance da história para reverter um quadro de atraso para o progresso e o desenvolvimento. O Rio 2016 é real.

É o maior acontecimento na história da cidade. O Circuito Elizabeth Arden ganha conexão no Rio. Com um comentarista americano disse: a escolha não é uma corrida de velocidade, é uma corrida de revezamento. A partir de agora haverá outras inúmeras etapas onde a cidade terá que mostrar seriedade e comprometimento para provar que sim é uma cidade moderna.

Podemos todos ficar felizes. Chorar se quiser. Hoje, a História com H maiúscula foi escrita em nossa cidade. A maior celebração da humanidade acontecerá aqui. A Copa do Mundo de Futebol em 5 anos, as Olimpíadas em 7. Tem a Copa das Confederações em menos de 48 meses. A mobilização é para ontem. O legado é para sempre. O Rio agora é do mundo.

Deixemos preferências políticas, dúvidas financeiras, momentaneamente, de lado.
Agora é hora de dizer para nos mesmos que sim as Olimpíadas, a Copa do Mundo podem ser aqui como poderiam ser em Nova Iorque, Londres, Pequim, Paris. Nós somos os que queremos ser. Nos seremos a sede da humanidade.

Parabéns a todos nós.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Abaixo a Honduras

A trupe de 70 pessoas se instala na embaixada que é prontamente cercada por tropas do governo em exercício que cortam o suprimento de água e luz. Recebendo solidariedade de alguns cantos do mundo, comida começa a ser remetida aos enclausurados que se recusam a dividir com o corpo diplomático brasileiro. Sendo bombardeado pelos dois lados do conflito da insignificante republiqueta de banana de Honduras, o Brasil devia expulsar a horda que se instalou na embaixada. Que busquem asilo na Venezuela, no Equador. Vai ser estúpido em outro lugar. Os dois lados o governo deposto e o atual deram provas da falta de bom senso para com o Brasil. Eles que se entendam em outro lugar. Nenhum cidadão brasileiro deve sofrer – como está acontecendo – qualquer tipo de cerceamento devido a esta situação. Abaixo aos beligerantes bananescos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Hora de acalmar os pequenos hondurenhos

Após corte o fornecimento de água e eletricidade a embaixada brasileira em Tegucigalpa, o embaixador de Honduras na ONU acusa o Brasil de subimperialismo. Realmente, fosse Honduras minimamente mais relevante ao cenário internacional valeria ao Brasil ser imperialista ao todo. Impor o presidente que quisermos, e usurparmos quaisquer valores que venham a interessar o escopo canarinho. Visto que Honduras não tem riquezas assistimos inertes ao completo desrespeito a norma diplomática com a humilhação do corpo brasileiro presente na capital hondurenha. Na falta do presidente do Brasil e do ministro das Relações Exteriores que estão no exterior, é hora do vice-presidente José Alencar chamar o embaixador hondurenho para dar explicações perante a sociedade brasileira.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O que fazer com Honduras

Sou fã da Wikipedia. Lá, tomo conhecimento sobre quase qualquer trivialidade do mundo. Inclusive que Honduras tem 7,5 milhões de habitantes e 112 mil km2 de aérea. O país da América Central tem o PIB de 30 bilhões de dólares, dados da CIA de 2008. Isto dá cerca de 54 bilhões de reais. Bem, dois anos antes, em 2006, o apagado Espírito Santo já tinha um PIB de 52 bilhões reais. Ou seja, economicamente Honduras e Espírito Santo têm a mesma relevância. A população hondurenha é similar a da cidade do Rio de Janeiro. O ponto é que é demasiado dar uma relevância continental a uma crise política de um país tão pequeno. O abrigo ao deposto presidente Manuel Zelaya na embaixada brasileira em Tegucigalpa se não bem trabalhado pelo Itamaraty pode trazer danos a imagem e ao comércio brasileiro. Hoje, a balança comercial com Honduras e pesada ao pequeno país. Eles importam 135 bilhões de dólares do Brasil enquanto exportam apenas 6 bilhões. Em relação ao Brasil, Honduras é uma cidade. É importante agir sem ferir interesses nacionais.

sábado, 12 de setembro de 2009

A bomba iraniana

A cada matéria da prestigiosa imprensa sobre o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad imagino como será o dia-a-dia daquele país. O Irã tem eleições. Ainda que somente o nosso presidente Lula as considere limpas. Tem uma cinematografia interesse, com constantes presenças em festivais internacionais. Tem o maior número de rinoplastia, cirurgia plástica no nariz, do mundo. Iranianos não querem mais ter aquele “nariz de árabe”. Não são famosos pela liberdade de expressão, nem respeito aos direitos humanos. Tem uma justiça questionável que cone a morte sem qualquer pudor. Ainda assim imagino: na cabeça de quem eles jogariam uma bomba atômica? Na de Israel que também tem uma? Na dos Estados Unidos? Vale lembrar que a distância entre Tel Aviv e Teerã é um pouco menor que do Rio de Janeiro até Recife. Não vejo alguém saindo vivo desse confronto. Com ou sem bomba, ninguém é flor que se cheire mesmo.

Americanófilo

Já faz um tempo desde a última atualização por estas bandas. E como sempre reafirmo que dessa vez o blog volta a ativa. Como toda boa promessa não vai ser por falta de esperança – da minha parte, ao menos – que não seremos exitosos. Convenhamos não há nada de interessante acontecendo no país. É difícil encontrar um assunto digno de nota. Roubo aqui e ali já é rotina. A nota sobre a Marina ainda causou certo frisson, mas nada demais. Nesta sexta fez oito anos do 11 de setembro mos Estados Unidos. O Chile teve um bem mais importante em termos nacionais que o dos americanos. O Chile não é os Estados Unidos, então agente só vê, lê e ouve histórias das Torres Gêmeas mesmo.

Samba ou Rock? BigMac ou feijoada? Lincoln ou Deodoro da Fonseca? Dollar ou Real?
Um abraço do seu americanófilo favorito.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Na bola, Iraque pós-Bush é o mais forte da história

Desde 20 de março de 2003, o Iraque convive com a invasão promovida pelos Estados Unidos. Para uns, a guerra da Era Bush foi um desastre. Para outros, era inevitável ao mundo democrático ocidental retirar um ditador do poder. Aparentemente alheio a esse movimento, a seleção de futebol do Iraque caminha em um mar de tranqüilidade. Em outubro de 2004, atingiu a posição mais alta no ranking de seleções da FIFA: 39º melhor do mundo. Com turbulências naturais do esporte, hoje, é a 77º. O que não a impediu de conquistar, em 2007, pela primeira vez na história, a Copa da Confederação Asiática passando por times como Austrália, Coréia do Sul e Arábia Saudita. Nesse exato momento, o mundo assiste a boa participação iraquiana na Copa das Confederações, na África do Sul, que reúne a atual seleção campeã do mundo e as campeãs das confederações continentais. O Brasil, campeão da América do Sul, está lá. Com Bush ou sem Bush, o Iraque vem bem na bola. E é uma agradável força para a babel do futebol.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Negócio do Palau

Hoje, o mundo foi apresentado a Palau, uma pequena nação-arquipélago no Oceano Pacífico. Quarto país menos povoado do planeta, com 20.000 habitantes, foi o único – dos cerca de 100 consultados – a aceitar receber prisioneiros da base de Guantánamo. Para lá estão embarcando 17 chineses da etnia uigur até então encarcerados na base militar americana. A grande sacada é que Palau iria receber uma “ajuda humanitária” – sem relação com o caso – de 200 milhões de dólares. Se tivesse qualquer relação com os prisioneiros, seriam 23,5 milhões de reais por indivíduo. Dessa maneira, Palau desbanca Tuvalu, que vendia seu domínio de internet “.tv”, no ranking de negócios esdrúxulos das pequenas nações do Pacífico.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Considerações sobre Rául Afonsín, 1º presidente da nova democracia argentina, que morreu ontem

Nota de pesar do Presidente da República em exercício, José Alencar, pelo falecimento de Raúl Alfonsín, ex-Presidente da Argentina:



“Rául Alfonsín foi uma das figuras mais proeminentes da cena política argentina das últimas décadas. Os argentinos e os defensores da liberdade e da democracia de todos os cantos do mundo serão eternamente gratos à sua contribuição corajosa para a superação de uma das fases mais difíceis da história de seu país. Seu governo, de 1983 a 1989, proporcionou à Argentina o pleno restabelecimento dos direitos civis e garantias constitucionais. O Tratado de Paz e Amizade com o Chile foi assinado durante o seu governo, em 1985, pondo fim a um longo período de disputas. Quero expressar ao povo argentino e a seus governantes o meu sentimento de dor e de pesar pelo seu falecimento. Rául Alfonsín já faz parte da história do nosso continente.”



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Afonsín foi um dos poucos a se opor a guerra nas Malvinas, quando presidente buscou a aproximação com o Brasil de Sarney e mostrou o aparato argentino em busca da bomba atômica. Teve um governo conturbado politicamente com forte oposição peronista sofrendo quatro tentativas de golpe e três greves gerais. Abdicou a presidência seis meses antes do prazo dando lugar ao peronista eleito Carlos Menen.



Brasil indica empresas para reconstrução fabril na Venezuela

O presidente Lula entregará em maio em reunião com o presidente da Venezuela Hugo Chavez a lista das 26 empresas nacionais escolhidas para participar do Plano de construção de 200 fábricas do governo vizinho. Atingida por graves problemas de abastecimento, o povo venezuelano se vê privado ao acesso de produtos primários no supermercado. O preço de perecíveis como cortes de carne bovina estão em níveis recordes. A inflação ataca fortemente. Ainda assim, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) selecionou as empresas por visualizar um interesse comum entre elas e a Venezuela.

terça-feira, 31 de março de 2009

Foto oficial da Cúpula de Países Árabes e Sul-Americanos

Nem na Cúpula de Países Sul-Americanos e Árabes que o governo preconiza tanto ter concretizado, o Brasil consegue fazer do Português uma das línguas oficiais, como é possível ver no letreiro ao fundo da foto. Na ONU, com seis línguas oficiais, o português não passa perto. E o país ainda quer pleitear uma vaga no Conselho de Segurança. Na União Européia, ao menos, se respeita a diversidade de cada país. São 23 línguas oficiais, o português inclusive.