quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Estados Unidos se aproximam mais do Brasil
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
As novas embaixadas do Brasil
Pelo índice de democracia, criando pela revista inglesa The Economist, Miamar é o quinto país mais fechado do mundo com nota, de zero a dez, 1,77 No mesmo critério, Albânia (5,91) e Serra Leoa (4,11) são regimes híbridos que ainda não consolidaram a democracia. O Chipre (7,70) está no mesmo patamar que o Brasil (7,38) uma democracia defeituosa.
Mais populoso dos quatros países com 50 milhões de habitantes, Miamar vive um rigoroso regime militar desde o golpe que derrubou o governo civil em 1962. Pouca informação pode sair do país onde o Brasil instalará sua representação na cidade de Yangon, que tem 5,5 milhões de habitantes.
Serra Leoa, com 6 milhões de habitantes, é um dos países mais pobres da pobre África. Eternamente envolvida em conflitos pelo controle de suas jazidas de diamantes, ele tem o terceiro pior IDH do planeta e uma das maiores taxas de mortalidade infantil do mundo. O Brasil sediará a embaixada na capital Freetown que tem aproximadamente 1,1 milhão de pessoas.
A Albânia, que luta para sair da herança maldita do comunismo, sonha um dia ingressar para a União Européia. O pequeno pais de 4 milhões de habitantes receberá o Brasil na capital Tirana. O Chipre, capital Nicósia, tem 800 mil habitantes, uma cidade de médio porte no Brasil, e vê seu pequeno território, uma ilha, disputado por Grécia e Turquia.
Enxergando demais: os EUA e o Haiti
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Transatlânticos continuam atracando no Haiti
Interessante notícia que a rotina de transatlânticos na costa norte do Haiti permanece inalterada. Navios como o Independence of the Seas e o Navigator of the Sea continuam despejando milhares de turistas no litoral do país. Labadee é o paraíso que procuram. O que não é, ao menos, ruim: o Haiti recebe 6 dólares por turista desembarcado.
Isto me recorda uma fala do general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, que foi o primeiro comandante da missão das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH) entre junho de 2004 e setembro de 2005. Ele comentava, horrorizado, a miséria do país, o abandono, o lixo nas ruas, a violência. E, citou os turistas que chegam ao país nos transatlânticos. Para ele, muitos nem sabiam que estavam no Haiti. Eles só sabiam que estavam na Ilha Hispanhola, que forma o Haiti e a República Dominicana. O general citou, intrigado, o disparate entre a completa miséria que tomava o país e o cenário paradisíaco, onde nada faltava, donde atracavam os navios. Cenário, alias, perfeito para uma ressurreição popular.
domingo, 17 de janeiro de 2010
O dinheiro da ajuda internacional no Haiti
Segundo estimativa da Cruz Vermelha, a onda de terremotos no Haiti, que sacudiu a região da capital Porto Príncipe, atingiu três milhões de pessoas, um terço da população do país. Com o número de mortos sendo calculados entre 100 e 200 mil, isso representa que 1 em cada 30 pessoas na área mais atingida pela catástrofe morreram.
Muitas organizações internacionais, países, ONGs e celebridades se comprometeram em doar recursos para a reconstrução do Haiti. Ainda que seja complicada estipular exatamente quanto chegará ao bolso haitiano, a soma começa a ganhar vulto. Algo em torno de $1 bilhão. O que em qualquer país do mundo chama atenção para desvios e corrupção.
Em última instância, no caso da inoperância do já criticado governo de René Préval, pega-se o dinheiro e divide-se entre a população. Eles farão melhor uso.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
O que restou do Haiti
Em 2006, ela foi considerada para receber o prêmio Nobel da Paz. Ela e a Pastoral são constantemente lembrados e laureados mundialmente pelo trabalho em prol da assistência à criança.
O Haiti tem 80% da população vivendo com menos de 2 reais por dia, e mais de 50% da população analfabeta. Tem uma área similar a do estado de Alagoas, 27 mil km2, e 9 milhões de habitantes, pouco menos que o Paraná.
A missão de paz da ONU no Haiti, MINUSTAH, em atividade desde junho de 2004, tem na liderança cedida ao Brasil uma vedete da política externa do atual governo. Ao ponto de levarmos a seleção brasileira para um amistoso contra a seleção local. À época, o primeiro-ministro haitiano ofereceu mil dólares para quem marcasse um gol na partida perdida por 6x0.
Em dezembro de 2009, a MINUSTAH contava com um efetivo de 9.057 pessoas entre policiais e tropas de 47 países. O Brasil lidera com 1.273 homens e 7 mulheres. Logo seguido pelo pequeno Nepal com 1.236 pessoas, o Uruguai com 1.136 e a Jordânia com 1.062.
Os olhos do mundo, aparentemente, se voltam, momentaneamente, para o Haiti, enquanto o país é mais uma vez devastado por mais uma tragédia natural. Enquanto se fala em 100 mil mortos, 1% da população, quase 2 milhões de pessoas se fosse no Brasil, não se encontra palavras para descrever a barbárie que tomou o país.
sábado, 3 de outubro de 2009
Um dia para a História
É o maior acontecimento na história da cidade. O Circuito Elizabeth Arden ganha conexão no Rio. Com um comentarista americano disse: a escolha não é uma corrida de velocidade, é uma corrida de revezamento. A partir de agora haverá outras inúmeras etapas onde a cidade terá que mostrar seriedade e comprometimento para provar que sim é uma cidade moderna.
Podemos todos ficar felizes. Chorar se quiser. Hoje, a História com H maiúscula foi escrita em nossa cidade. A maior celebração da humanidade acontecerá aqui. A Copa do Mundo de Futebol em 5 anos, as Olimpíadas em 7. Tem a Copa das Confederações em menos de 48 meses. A mobilização é para ontem. O legado é para sempre. O Rio agora é do mundo.
Deixemos preferências políticas, dúvidas financeiras, momentaneamente, de lado.
Agora é hora de dizer para nos mesmos que sim as Olimpíadas, a Copa do Mundo podem ser aqui como poderiam ser em Nova Iorque, Londres, Pequim, Paris. Nós somos os que queremos ser. Nos seremos a sede da humanidade.
Parabéns a todos nós.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Abaixo a Honduras
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Hora de acalmar os pequenos hondurenhos
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O que fazer com Honduras
sábado, 12 de setembro de 2009
A bomba iraniana
Americanófilo
Samba ou Rock? BigMac ou feijoada? Lincoln ou Deodoro da Fonseca? Dollar ou Real?
Um abraço do seu americanófilo favorito.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Na bola, Iraque pós-Bush é o mais forte da história
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Negócio do Palau
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Considerações sobre Rául Afonsín, 1º presidente da nova democracia argentina, que morreu ontem
Nota de pesar do Presidente da República em exercício, José Alencar, pelo falecimento de Raúl Alfonsín, ex-Presidente da Argentina:
“Rául Alfonsín foi uma das figuras mais proeminentes da cena política argentina das últimas décadas. Os argentinos e os defensores da liberdade e da democracia de todos os cantos do mundo serão eternamente gratos à sua contribuição corajosa para a superação de uma das fases mais difíceis da história de seu país. Seu governo, de 1983 a 1989, proporcionou à Argentina o pleno restabelecimento dos direitos civis e garantias constitucionais. O Tratado de Paz e Amizade com o Chile foi assinado durante o seu governo, em 1985, pondo fim a um longo período de disputas. Quero expressar ao povo argentino e a seus governantes o meu sentimento de dor e de pesar pelo seu falecimento. Rául Alfonsín já faz parte da história do nosso continente.”
Afonsín foi um dos poucos a se opor a guerra nas Malvinas, quando presidente buscou a aproximação com o Brasil de Sarney e mostrou o aparato argentino em busca da bomba atômica. Teve um governo conturbado politicamente com forte oposição peronista sofrendo quatro tentativas de golpe e três greves gerais. Abdicou a presidência seis meses antes do prazo dando lugar ao peronista eleito Carlos Menen.
Brasil indica empresas para reconstrução fabril na Venezuela
terça-feira, 31 de março de 2009
Foto oficial da Cúpula de Países Árabes e Sul-Americanos
Nem na Cúpula de Países Sul-Americanos e Árabes que o governo preconiza tanto ter concretizado, o Brasil consegue fazer do Português uma das línguas oficiais, como é possível ver no letreiro ao fundo da foto. Na ONU, com seis línguas oficiais, o português não passa perto. E o país ainda quer pleitear uma vaga no Conselho de Segurança. Na União Européia, ao menos, se respeita a diversidade de cada país. São 23 línguas oficiais, o português inclusive.