terça-feira, 4 de maio de 2010

Quali Future $10.000 Teresina, Brasil (Saibro)

Acompanhe quem levou uma das oito vagas do quali para a chave-principal:



>> 1º Vaga: Daniel Silva (BRA) <<



(1) Daniel Silva (BRA) bye

Eduardo Bencke (BRA) 6/1 6/0 Igor Machado (BRA)

Mateus Camasine (BRA) 6/3 6/1 Lozomar Pereira (BRA)

Rafael Nieto (BRA) bye



(1) Daniel Silva (BRA) 6/1 6/3 Eduardo Bencke (BRA)

Mateus Camasine (BRA) 6/3 3/6 6/4 Rafael Nieto (BRA)



(1) Daniel Silva (BRA) 6/2 6/2 Mateus Camasine (BRA)





>> 2º Vaga: Thales Levy <<



(2)Gustavo Junqueira de Andrade (BRA) bye

Thales Levy (BRA) 6/1 6/0 Leonardo Reami da Cunha (BRA)

Thomas Takemoto (BRA) 6/1 6/0 Bruno Botteon Albuquerque (BRA)

Felipe Ortiz Beckdorf (CHI) bye



Thales Levy (BRA) 7/5 4/6 (2)Gustavo Junqueira de Andrade (BRA)

Felipe Ortiz Beckdorf (CHI) 7/5 1/0R. Thomas Takemoto (BRA)



Thales Levy (BRA) 6/1 6/3 Felipe Ortiz Beckdorf (CHI)





>> 3º Vaga: Javier Munoz (CHI) <<



(3) Wilson Leite (BRA) bye

Daniel Coronado (BRA) 7/5 6/0 Edurado Aramizu (BRA)

Rodrigo Perri (BRA) 6/1 6/2 Pedro Liberio (BRA)

(14) Javier Munoz (CHI) bye



(3) Wilson Leite (BRA) 6/1 5/7 6/0 Daniel Coronado (BRA)

(14) Javier Munoz (CHI) 6/0 6/0 Rodrigo Perri (BRA)



(14) Javier Munoz (CHI) 6/2 6/3 (3) Wilson Leite (BRA)





>> 4º Vaga: Gabriel Dias (BRA) <<



(4)Gabriel Dias (BRA) bye

Pierto Jordão (BRA) 6/1 6/3 Pedro Menna Barreto (BRA)

Fabio Costa (BRA) 6/3 7/6(4) Pedro Ortega (BRA)

(12) Victor Maynard (BRA) bye



(4)Gabriel Dias (BRA) 6/2 6/2 Pierto Jordão (BRA)

(12) Victor Maynard (BRA) 6/3 6/1 Fabio Costa (BRA)



(4)Gabriel Dias (BRA) 6/3 4/6 6/3 (12) Victor Maynard (BRA)





>> 5º Vaga: Giacomo Pirozzi (ITA) <<



(5)Marion Oliveira (BRA) bye

Mathues Coelho (BRA) 0/6 1/6 Giacomo Pirozzi (ITA)

Hugo Silva (BRA) 6/0 6/3 Diego Aguirre (PER)

(10) Gustavo Nicolas Kauer (CHI) bye



Giacomo Pirozzi (ITA)
6/2 6/3 (5)Marion Oliveira (BRA)

(10) Gustavo Nicolas Kauer (CHI) 6/2 7/5 Hugo Silva (BRA)



Giacomo Pirozzi (ITA) 6/3 6/3 (10) Gustavo Nicolas Kauer (CHI)





>> 6º Vaga: Caio Silva (BRA) <<



(6) Caio Silva (BRA) bye

Victor Begara (BRA) 6/4 1/6 2/6 Gonzalo Garzon (CHI)

Fabio Paterno (BRA) 3/6 2/6 Alexandre Madeira Sola (BRA)

(13) Alex Blumenberg (BRA) bye



(6) Caio Silva (BRA) 6/3 6/2 Gonzalo Garzon (CHI)

(13) Alex Blumenberg (BRA) 6/2 6/3 Fabio Paterno (BRA)



(6) Caio Silva (BRA) 6/3 2/6 7/5 (13) Alex Blumenberg (BRA)





>> 7º Vaga: Eduardo Dischinger (BRA) <<



(7) Francisco Carbajal (PER) bye

Rafael Ribas (BRA) 6/0 6/1 Benjamin Yoshidzumii Valdes (CHI)

Caio Nunes (BRA) 6/2 4/1R Tarsis Brito Filho (BRA)

(9) Eduardo Dischinger (BRA) bye



Rafael Ribas (BRA) 6/4 6/4 (7) Francisco Carbajal (PER)

(9) Eduardo Dischinger (BRA) 6/0 6/3 Caio Nunes (BRA)



(9) Eduardo Dischinger (BRA) 6/0 6/0 Rafael Ribas (BRA)





>> 8º Vaga: Andrew Laurent (BRA) <<

(8) Gonzalo Bravo Pavez (CHI) bye

Rogerio Barrozo Ribeiro (BRA) 6/0 6/1 Jheymison Ramalho (BRA)

Claudio Acevedo (CHI) 7/6(5) 4/6 6/4 Andres Jakcson (CHI)

(11) Andrew Laurent (BRA) bye



Rogerio Barrozo Ribeiro (BRA) 6/4 7/5 (8) Gonzalo Bravo Pavez (CHI)

(11) Andrew Laurent (BRA) 6/1 6/2 Claudio Acevedo (CHI)



(11) Andrew Laurent (BRA) 6/1 6/1 Rogerio Barrozo Ribeiro (BRA)

Andre Sa tenta a semifinal de Estoril nesta quarta

Único brasileiro vivo em ATP na semana, Andre Sa (54º) e o australiano Stephen Huss (70º) jogam, nesta quarta-feira, por volta das 09h00, pelas quartas-de-final do ATP 250 Estoril contra a dupla belga Xavier Malisse (373º) e Dick Norman (11º). Tentando recuperar o ranking perdido, em caso de vitória, Sa dobrara os pontos conquistados no torneio: dos atuais 45 para 90.
Na atual temporada, o brasileiro chegou a uma semifinal, em Janeiro, no ATP de Auckland, ao lado de Thomaz Bellucci, perdendo para outra dupla nacional formada pelo ex-parceiro Marcelo Melo e Bruno Soares.

Grilli perde nas duplas e Brasil fica sem representantes no Egito

Rodrigo Grilli (330º) acompanhou o desempenho do compatriota Rogerio Silva e deu adeus ao challenger de Palm Hills, no Cairo, Egito, logo na primeira rodada. Grilli, que só disputou as duplas, ao lado do argentino Juan Pablo Amado (288º) perdeu, para a fraca dupla local, Omar Hedayet (1535º) e Mohamed Satwat (1545º), de virada, por 4/6 6/1 10/1.

Estranha a queda repentina de desempenho perdendo o segundo set com um game ganho ao ponto de fazer apenas um ponto no set tie-break. O Brasil não tem mais representantes no torneio. Grilli não ganha uma partida de duplas desde o início do ano quando, ao lado de Amado, foi vice-campeão do Future de São Paulo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Bellucci atinge o melhor ranking da carreira, 26º melhor do mundo

No ranking da ATP divulgado nesta segunda-feira, o Brasil permanece com seis Tops 100, três nas simples e três nas duplas. Thomaz Bellucci subiu duas posições, agora 26º, com a melhor pontuação (1457) da carreira. Aos 22 anos, se aproxima de Thomaz Koch e Fernando Meligeni para atingir o posto de segundo melhor tenista masculino da história. Ricardo Mello caiu uma posição, agora é o 91º. Três a frente de Marcos Daniel (94º) que caiu duas casas.

Nas duplas, Bruno Soares, que caiu quatro posições, é o melhor brasileiro numa posição quase análoga a Bellucci, 27º, com 2170 pontos. Ele é seguido à distância por Marcelo Melo, 46º, que caiu três posições, com 1660 pontos, e por Andre Sá, 54º, que caiu duas com 1338 pontos.

Mello joga mal e cai, Sá avança nas duplas no ATP Estoril

Ricardo Mello apresentando um jogo instável e inseguro perdeu para o convidado local Leonardo Tavares no ATP 250 Estoril em sets direitos por duplo 6/3. Dos 70 pontos vencidos pelo português, 36 vieram de erros não forçados do brasileiro que foi quebrado quando perdia o segundo set em 3/4 num nível incrivelmente abaixo de seu padrão aguerrido. Fica a impressão que a cabeça de Mello está em Bauru.

Andre Sá começa a dar a volta por si em sua instável temporada. Ao lado do australiano Stephen Huss venceram com estrema tranqüilidade 6/2 6/1 a dupla formada pelo alemão Florian Mayer e pelo tcheco Michal Przysiezny, em 56 minutos. Nas quartas, ele enfrentam os belgas Xavier Malisse e Dick Norman que bateram de virada os fortes Martin Damm, da República Tcheca, e Filip Polasek, da Eslováquia, cabeças 2, por 2/6 7/6(2) 10/7, em 93 minutos.

Thiago Alves avança em Israel

No challenger Ramat Hasharon, em Israel, Thiago Alves (127º), cabeça 4, bateu o convidado local Amir Weinstraub (486º) 6/3 6/4 em 1 hora e 17 minutos. O brasileiro teve um pouco mais de dificuldade no segundo set, no qual teve o saque quebrado e foi obrigado a bater por duas vezes o serviço do israelense. Ele enfrenta agora o russo Konstantin Kravchuk (239º) que batia Giller Muller (196º), de Luxemburgo, por 6/3 4/2 quando foi ajudado pela desistência do adversário numa partida em cinqüenta minutos. Com premiação de 100 mil dólares, Alves já garantiu 8 pontos da segunda fase, e joga para garantir 18 das quartas-de-final.

Rogerinho tem dia péssimo no Egito. Grilli joga nesta terça

Hoje não foi o dia para Rogerio Silva que foi eliminado logo na primeira rodada em simples e nas duplas do challenger do Cairo, no Egito. No individual, foi eliminado em sets diretos pelo o polonês Jerzy Janowicz por 6/4 6/2. Nas duplas, ao lado do argentino Juan Pablo Brzezicki caiu para o sérvio Nikola Ciric e o montenegrino Goran Tosic por 6/3 6/2.

Nesta terça, Rodrigo Grilli (330º) mantém tremulante a bandeira brasileira no torneio. Ao lado de Juan Pablo Amado (288º), da Argentina, ele joga contra os locais Omar Hedayet (1535º) e Mohamed Safwat (1545º).

domingo, 2 de maio de 2010

Ricado Mello e Andre Sá estreiam no ATP 250 Estoril nesta segunda

Ricardo Mello (92º) estréia no saibro do ATP 250 Estoril, nesta segunda, contra o convidado local Leonardo Tavares (248º). Em caso de vitória, Mello, que recentemente voltou ao Top 100, já anota 20 pontos para o ranking de entradas e eleva sua premiação de 4.100 para 6.910 euros.
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Também amanhã, Andre Sa (52º) jogará duplas ao lado do australiano Stephen Huss (73º) contra o alemão Florian Mayer (573º) e o polonês Michal Przysiezny (501º). Sá, que precisa garantir evitar problemas no ranking, anota 45 pontos com a vitória.

CH: Thiago Alves joga em Israel, Rogerinho e Grilli no Egito.

Thiago Alves (116º) é cabeça-de-chave 4 no challenger de Ramat Hasharon, em Israel, com premiação de 100 mil dólares. Na estréia, ele pega o convidado local Amir Wientraub (486º). Nas duplas (391º), ao lado do holandês Matwe Middelkoop (530º), pega os cabeças 4 o austríaco Alexander Peya (110º)e o alemão Simon Stadler (520º).

No Egito, Rogerio Silva (286º) tem jogo duro contra o polonês Jerzy Janowicz (289º). Ainda na segunda, ele (227º) joga as duplas, na qual é cabeça 3, ao lado do argentino Juan Pablo Brzezicki (244º) contra o sérvio Nikola Ciric (324º) e o montenegrino Goran Tosic (256º). Rodrigo Grilli (331º) é o outro brasileiro nas duplas, junto com o argentino Juan Pablo Amado (261º), eles enfrentam os locais Omar Hedayet (1542º)e Mohamed Safwat (1552º).

Feijão cai cedo no quali do ATP Estoril

Durou pouco a participação de João "Feijão" Souza (118º) no quali do ATP 250 Estoril, ele caiu na segunda rodada para o espanhol Marc Lopez (956º) em 6/2 6/2 em rápidos 68 minutos. Ele não faz nenhum ponto para o ranking, e leva 350 euros de premiação.

sábado, 1 de maio de 2010

Vou de Van: Torneios femininos lucram com o transporte de atletas

Desde 2001, o Rio de Janeiro não recebe um torneio profissional de tênis. Nas próximas semanas, Angra dos Reis e Mangaratiba, no Litoral Verde, sediarão dois torneios femininos ITF, com premiação de 25 mil dólares. Tal qual o único ATP brasileiro, da Costa do Sauípe, estes campeonatos fogem do centro urbano para resorts de luxo no interior. O que limita a possibilidade de público tanto pela distância quanto pelo custo de acesso.

Agora, se acesso é difícil para o torcedor também o é para o tenista. Por isso a organização se investiu de providenciar, mediante pagamento, o transporte do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, até a cidade de disputa. Por 600 reais pode-se fechar uma van para até seis para pessoas, independente da cidade.

Através do Google Maps, a distância aeroporto-torneio em Mangaratiba é de 100km com um tempo estimado de 1h33min. Até Angra do Reis, 187km em 2h34min. Qualquer jogadora, que consiga reunir outras cinco para lotar uma van vai desembolsar, no mínimo, os 200 reais junto à organização para ir e voltar do campeonato.

Por que os qualyfings tem tanta diferença de participantes?

Na semana que começa serão disputados três torneios ATP, todos em nivel 250. O que chama atenção, neste momento, é a diferença de participantes nos classificatórios de cada um. Enquanto o ATP de Estoril tem o quali cheio com 32 jogadores, o de Belgrado conta com metade, 16. O de Munique tem 28. Sempre quatro avançam a chave principal.

A distribuição de pontos é igual entre eles: seis para a segunda rodada, 12 para quem cai na rodada decisiva. A premiação muito similar enquanto Estoril e Munique pagam 315 euros para a segunda rodada e 650 para quem cai na última etapa, Belgrado premia em 295 e 610 respectivamente.

Indagado sobre a questão pelo SAQUE BRASIL, José Dalcim, diretor editorial do excelente site “Tênis Brasil”, acredita que isto ocorra por falta de interesse dos atletas acrescentando que é muito fácil ir a Estoril que a Belgrado.

Ainda assim, existe toda uma leva de jogadores locais nos arredores da Sérvia que poderiam participar do torneio. A situação inusitada reflete a importância da montagem do calendário para um tenista achar as melhores oportunidades no circuito.

Marcel Felder bate Eladio e vence o Future de Fortaleza

Era o quinto confronto entre os dois tenistas e o uruguaio Marcel Felder (265º) faturou sua quinta vitória no duelo contra o brasileiro Eladio Ribeiro Neto (426º) conquistando o título do Future de Fortaleza. Em três sets, Felder virou a partida para fechar em 4/6 6/2 6/4 e levar o torneio disputado no saibro, com premiação de 10 mil dólares.

Felder vai embalado para disputa da semifinal do Zonal Americano contra o Brasil, no próximo fim-de-semana, em Bauru. Ele pode ser o principal tenista uruguaio se for confirmada a ausência de Pablo Cuevas (56º) por motivos, aparentemente, políticos.

Eladio continua sua sina para vencer o primeiro torneio em simples do nível. Esta foi a oitava final do jogador que havia perdido três, em 2009, e outras quatro, em 2008. Em setembro passado, ganhou, na mesma Fortaleza, o primeiro e único título de duplas, ao lado de Alexandre Bonatto.

Feijão larga na frente em duelo brasileiro no quali de Estoril

No confronto brasileiro pela primeira rodada do classificatório do ATP 250 de Estoril, em Portugal, João “Feijão” Souza (118º) bateu com facilidade por 6/1 6/1 Renato Assad (1115º) em rápidos 49 minutos. Confirmado na segunda rodada João já garante pelo menos 350 euros de premiação. Ele enfrenta o espanhol Marc Lopez (956º) duplista que vive seu melhor momento no ranking no qual figura como 28º. Lopez venceu o convidado do torneio, o local Vasco Mensurado, sem ranking, por 6/3 6/2 em 72 minutos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Carranca é Rio São Francisco. Carranca é arte

Se para Caymmi, mar é música. RIO DE MÚSICA não pode ficar obstante a exposição “O triunfo das Carrancas” sobre as peças de adorno de embarcações, em especial do Rio de São Francisco, em cartaz, no Centro Cultural dos Correios.

As carrancas são figuras estranhas ao ordenamento do mundo natural, ainda que sua forma, notadamente, origine-se em um animal seja o Homem seja um cavalo ou leão. Tem expressões relaxadas ou boquiabertas, raras são a quem fazem cara de susto. Apreende-se que a proteção ao perigo proviria de sua “feiúra natural”. Não se encontra preocupação com a perfeição no acabamento. A maioria das carrancas tem olhar no horizonte, poucas olham para o alto ou para dentro do mar (para baixo) onde, segunda a lenda, estariam os perigos do rio. Em alguns casos, a madeira é pintada, em outros, raros, adicionam-se elementos de adorno. A título de curiosidade, as figuras leoninas guardam certa, mesmo que distante, semelhança com personagens do imaginário egípcio, principalmente Rá, o deus-sol, acentuadamente quanto ao formato da juba/cabelo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

É Tudo Verdade: "Os Representantes", de Felipe Lacerda

Andando por ali, RIO DE MÚSICA aproveitou a sessão das 17h do “É Tudo Verdade”. Foi ver no que dava. “Os Representantes”, de Felipe Lacerda, que se pretende denúncia ao clientelismo político, no caso, no interior do Amazonas durante a grande seca de 2005.

É fraco, porque, além de óbvio, é mais complexo do que se expõe. Não á toa, o vereador que arma todo esquema de assistencialismo a população, fala, digamos inocentemente, sobre todas as peripécias que são feitas para se ganhar um eleitor. É quase como se não fosse errado. Exibir por exibir é muito superficial.

O filme perde mais ainda ao atribuir a seca ao aquecimento global. Primeiro: o homem não tem capacidade de alterar o clima em relação a todo o planeta. Segundo: a natureza é cíclica mesmo, uma hora chove mais na outra chove menos. Para efeitos do filme, choveu-se no molhado., choveu-se no molhado.

É Tudo Verdade: "Capitalismo, história de amor", de Michael Moore

Não era música, mas era cinema. E de graça. RIO DE MÚSICA estava por perto e foi conferir “Capitalismo: Uma História de Amor” (EUA, 2009), de Michael Moore, no Unibanco Artplex, dentro da mostra “É Tudo Verdade”. RIO DE MÚSICA, por está por perto, até vai ao cinema, mas, por Moore, não fica na fila esperando na expectativa de levar um ingresso. Prefere em casa, baixar o filme. Não se preocupe, apesar dos argumentos infantis contra o capitalismo, que sim tem milhões de erros, Moore está tranqüilo em sua milionária conta bancária proporcionada por este odioso sistema econômico.

Enganchado na crise imobiliária americana, Morre aplaude a eleição de Obama, o salvador do povo, em contraponto ao generoso empréstimo do governo americano aos bancos em crise durante a Era Bush. O filme lamenta os americanos despejados de suas casas por inadimplência e quase faz uma salva de palmas ao socialismo.

Moore brinca de invadir e roubar dinheiro de bancos e, mais uma vez, tenta entrar na sede da General Motors. Nesta parte, o segurança, personificando a cara de “isto realmente tá acontecendo” diz ao microfone, pasmo, a outro companheiro: “É o Michael Moore, ele quer falar com o presidente”. Moore é convidado a se retirar. Em frente a Bolsa de Nova Iorque, tentando pedir conselhos aos operadores do mercado, ouve um “Não faça mais filmes”.
Eu perderia uma oportunidade de me distrair e de ter, com segurança, sobre o quê falar mal

quarta-feira, 31 de março de 2010

Num "teaser", Lapiduses e Alvarenga mostram como será seu show

RIO DE MÚSICA deu uma passada no CCBB para mais uma quarta-feira de Música no Museu. O programa original com Pablo Lapidusas ao piano foi alterado. Ele dividiu o palco com o colega Marcelo de Alvarenga que abriu o concerto.

Alvarenga, muito concentrado, tinha umas partituras estranhas que rapidamente necessitavam a virada de página ao ponto de ter uma assistente enquanto tocava. No repertório, Lorenzo Fernandez com “Velha Modinha” e a intensa “Ponteio e Jongo”. “Voile & La Fille aux cheveaux de lin”, de Debussy, Três Marzurcas e “Polonaise op.26 nº1, de Chopin, “Gnossiène º1”, de Saite, e a interessante “Toccata”, de Kachaturian.

Lapiduses escolheu músicas mais modernas, atacando com “Blackbird”, dos Beatles e com a trilha sonora de Cinema Paradiso, de Morricone. Ele tocou músicas próprias como “Formiguinha”, uma homenagem a sua mãe, que estava presente na platéia.

Os pianistas estão terminando a preparação do show conjunto “Quatro Séculos de Música”. A idéia era de que a apresentação de hoje servisse de teaser do que virá. Aguardemos.

terça-feira, 30 de março de 2010

Mágica na despedida do mês Samba-Jazz no CCBB

Pense em cinco caras que amam o que fazem. Pense que estas cinco pessoas são excepcionalmente muito boas. Pense que juntos eles são um grupo que supera em muito a soma da já imensa capacidade musical de cada um. Pensou?

Quem esteve nesta terça-feira, no Centro Cultural do Banco do Brasil, para o último show da série Almanaque Samba-Jazz teve o prazer de ouvir tudo isso e guardar para a história. O Quarteto Samba-Jazz, formado especialmente para a ocasião, contou com Rafael Vernet (piano), Eduardo Neves (sax e flauta), Guto Wirtti (contrabaixo) e Rafael Barata (bateria) receberam a ilustra presença do sax de Hector Costita.

Juntos ele fizeram mágica. Uma mágica difícil de descrever. Eles tinham uma alegria de tocar e o público teve a alegria de poder ouvir aquilo. Passando de “Quem diz que sabe” de João Donato a “Meu fraco é café forte” de Dom Salvador, de uma bela melodia japonesa ao choro porteño da Argentina de Costita. Explorando cada possibilidade de seus instrumentos. Foi um show como poucos, feito por músicos como poucos. Fica o parabéns a Edson Viana Teixeira, curador e diretor geral da mostra, pelo resultado final fantástico do seu trabalho.

domingo, 28 de março de 2010

OSB Jovem toca para a Juventude na Cecília Meirelles

Crianças e bonecas corriam de mãos dadas sem amanhã pelos corredores enquanto os mais velhos sentados assistiam a Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, na sala Cecília Meirelles, na série Concertos da Juventude em Cartaz. Na manhã de um típico domingo de sol, o auditório lotado ouvia a apresentação sobre a composição de uma orquestra nesta bela iniciativa às crianças para formação de platéia de música clássica. Inicialmente do diretor artístico da OSB, Roberto Minczuk, que regeu a companhia no Hino Nacional. Depois, com o regente Marcos Arakaki que deu seqüência ao concerto.

A escolha do repertório foi perfeita para o evento, com várias danças, numa empolgação que contagiou o público que, tal como o RIO DE MÚSICA, pagou apenas dois reais pela entrada. A OSB Jovem começou com a animada “Abertura Cubana” de Gershwin. Seguindo com “Três Danças” de Camargo Guanieri e de “Huapango” do mexicano José Pablo Moncayo. Empolgou a suíte de balé “Estância” do argentino Alberto Ginastera. O encerramento ficou com a vibrante “Batuque” de Lorenzo Fernandez.

A Orquestra retornou para um rápido bis em dois atos. Primeiro com a “Scène: Modesto” do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky e para a repetição do último movimento, a “Danza final”, da suíte “Estância” de Ginastera. Uma bela iniciação para os presentes que ainda ganharam um folheto interessante explicando vários detalhes sobre a composição de uma orquestra e da história da música clássica.