sexta-feira, 14 de maio de 2010

Master 1000 de Madrid: Federer 2x1 Gulbis (Quartas-de-Final)

Terceiro jogo das quartas-de-final do Master 1000 de Madrid, DIÁRIOS00 chega e o jovem letão de 21 anos Ernest Gulbis, tenista mais promissor da geração, ganhou o primeiro set pó 6/3 sobre o maior tenista da história Roger Federer. Os dois se enfrentaram duas vezes, todas este ano, com uma vitória para cada lado, sempre em três sets. Gulbis venceu no saibro.

Logo no primeiro serviço do segundo set, Federer foi quebrado por Gulbis que com isso tinha aproveitado duas em duas chances de quebra no jogo. O suíço estava nervoso, o que não foi impeditivo para sua superação e devolver no game seguinte a quebra. 1/1. O letão sentiu o golpe, e Federer cresceu na partida. Quebrou outras duas vezes, confirmou os saques e anotou seis games seguidos: Segundo set na mão; 6/1.

O terceiro set começou equilibrado e tenso. Os dois tenistas confirmaram os saques: 1/1. Até a quebra pelo suíço e que abriu: 3/1.O jogo seguiu em banho-maria. Gulbis não tinha força para atacar, e Federer parecia esperar por um final tranqüilo. Quando ia sacar em 5/4, a chuva ameaçou interromper a partida. Só ameaçou, o letão ameçou com uma oportunidade de quebra não confirmada, Federer não disperdiçou o game/set/match point que teve. Final: Federer 3/6 6/1 6/4.

O suíço aguarda o vencedor da partida entre o britânico (escocês) Andy Murray e o espanhol David Ferrer. Ferrer tem duas vitórias, todos no saibro, contra uma de Murray, no piso rápido.

Campeonato Russo - 11º Rodada: Rubin Kasan 0x1 CSKA Moscou


Faltavam 30 minutos e DIÁRIOS00 chegou para a disputa entre Rubin Kasan e CSKA Moscou pela 11º rodada e valendo a vice-liderança do Campeonato Russo. A essa altura, o chileno Mark Gonzalez, convocado para a Copa do Mundo 2010, já havia feito 1x0 CSKA, aos 32 minutos do primeiro tempo.

Empurrado pela torcida e com alguma sede de vitória, o Rubin foi para cima. Tentando ao seu modo chegar ao gol, faltou uma dose de talento para empurra a bola na rede. O meio russo e capitão da equipe Sergei Selmak teve a melhor chance quando da linha penal chutou a bola nas alturas.

O CSKA, do atacante brasileiro Guilherme, ex-Cruzeiro, levou perigo, mas se conteve com o resultado favorável. Agora a perseguição é pelo Zenit, de São Petersburgo, líder com quatro pontos de vantagem e um jogo a menos. O time da capital é dono do passe do meia Ramon, em empréstimo e na reserva do Flamengo até o final do ano.

Master 1000 de Madrid: Nadal 2x0 Monfils (Quartas-de-Final)

Estádio Manolo Santana, quadra principal do Master 1000 de Madrid, pelas quartas-de-final, o local Rafael Nadal, 3 do mundo, enfrenta o francês Gael Monfils, 18º no ranking. Quando DIÁRIOS00 chegou, o espanhol já havia passeado no primeiro set, ganhando por 6x1.

É bem representativo do que foi o segundo e último set, ele ter terminado numa dupla falta de Monfils, que foi quebrado duas vezes e perdeu por 6/3. Ainda assim o francês, excelente tenista, lutou, mas inconstante, não conseguiu êxito numa das duas oportunidades de quebra que obteve. Nadal quebrou duas em cinco chances. No set, enquanto Monfils cometeu cinco duplas faltas com o fraco aproveitamento de 58% do primeiro saque, Nadal encaixou 76% do fundamento, com apenas uma dupla falta. Na partida, o espanhol conquistou 37 dos 64 pontos jogados, aproveitamento de 58%. Foi rápido o suficiente para acabar o jogo em 1 hora e 18 minutos.

Na semifinal, ele enfrenta o compatriota Nicolas Almagro, 35 do mundo, que bateu o austríaco Jurgen Melzer, 30º, pelo mesmo placar de Nadal x Monfils, invertendo as parciais, 6/3 6/1. Almagro foi ainda mais veloz encerrando a partida em 58 minutos conquistando 61% dos pontos disputados, 56 de 92 no total.

Apesar das derrotas, Monfils e Melzer levam para casa um belo cheque de 66 mil euros, cerca de 150 mil reais. Aos vitoriosos, lhes é garantido a premiação mínima, pela semifinal, de 131 mil e 500 euros, equivalente a 293 mil e 500 reais.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Definidas as quartas-de-final do Future de Caldas Novas

(1) Marcelo Demoliner (BRA) X (8) Carlos Oliveira (BRA)
(4) Leonardo Kirche (BRA) X (7) Andre Miele (BRA)
(6) Ivan Endara (ECU) X Rodrigo Guidolin (BRA)
Miguel-Angel Reyes-Varela (MEX) XC Daniel-Alejandro Lopes (ITA)

Franco Ferreiro, campeão em Teresina, semana passada, caiu, na segunda rodada, de virada, por 6/3 1/6 1/6 para o mexicano Reyes-Verella, vencedor de duplas no mesmo torneio. Vice-campeão em Teresina, Thales Turini, também foi eliminando, perdendo para Leonardo Kirche por 6/3 6/1.

Definida as semifinais em Duplas do Future de Caldas Novas:

(1) Marcelo Demoliner / Rodrigo Guidolin (BRA) X Miguel Reyes-Varela/ Luiz Barriga (MEX)
(2) Franco Ferreiro / Andre Miele (BRA) X Victor Maynard / Nicolas Santos (BRA)

Lembrando que Reyes-Varela/Barriga foram campeões em Teresina, semana passada. Ferreiro foi vice, na ocasião ao lado de Jose Pereira, que não disputou este torneio.

O péssimo dia de Thomaz Bellucci

Melhor brasileiro no ranking mundial, Thomaz Bellucci não deu sorte e caiu hoje tanto em simples quanto em duplas pelo Master 1000 de Madrid. Numa revanche na final do ATP de Santiago, em fevereiro, o argentino Juan Monaco se vingou e eliminou o brasileiro, que fez uma partida ruim, por duplo 6/2. Na primeira rodada, Bellucci bateu o convidado local Pere Riba por 7/6(5) 6/1. Ele segue agora para a disputa do ATP de Nice, na França.

Ao lado de Bruno Soares, nas duplas, os brasileiros levaram a virada dos americanos Sam Querrey e John Isner perdendo na estréia por 2/6 7/5 10/8.

Resultados Challenger da Semana

· Challengre de Zagreb, na Croácia

No saibro croata, cabeça 1, o gaúcho Marcos Daniel vence apertado o convidado local Nikola Mektic por 7/6(5) 3/6 6/4 na estréia do Challenger de Zagreb. Ele enfrenta o canadense Peter Polanksky na segunda rodada. Já Ricardo Hocevar lutou, mas caiu diante do qualyfing russo Andrey Kuznetsov por 6/3 4/6 6/0.


· Challenger de Bordeaux, na França

Em Bordeux, na França, Thiago Alves é o único brasileiro vivo na competição ao vencer de virada, após levar um pneu, o belga Steve Darcis em 0/6 6/4 6/3. Ele enfrenta agora o local Benoit Paire que bateu o espanhol Jose Checa-Calvo, por duplo 6/2, num duelo de qualyfings.

Júlio Silva e Caio Zampieri, que furou o classficatório, caíram logo na estréia para dois cabeças de chave. Para o número 4, uzbeque Denis Istomin por 6/2 6/1 e o número 2, belga Oliver Rochus por 7/6(3) 6/4, respectivamente.


· Challenger de Biella, na Itália

Na Itália, a dupla 4, com Marcio Torres e o argentino Juan Pablo Brzezicki bateu na estréia o bela Niels Desein e o australiano Marinko Mantosevic por 6/4 0/6 10/8. Eles enfrentam, nas quartas-de-final, os colombianos Juan Cabal e Alejandro Gonzalez que bateram os convidados locais Frederico Giao e Alessandro Giannessi por duplo 7/6.

Franco Ferreiro é campeão do Future de Teresina

O gaúcho Franco Ferreiro só dá provas que já passou do tempo para apostar em vôos mais altos no circuito, visando ao menos os torneios Challenger. Cabeça 4, ele venceu, na semana passada, o Future de Teresina, disputado no saibro, em cima de Thales Turini por 7/5 6/3. Na semifinal, ele havia ganhado do mexicano Luis Diaz Barriga, cabeça 8, em três sets, por 6/3 4/6 6/4, enquanto Turini derrotou Daniel Silva, cabeça 7, por 7/5 6/1.

O mexicano Barriga, no entanto, foi o campeão ao lado do compatriota Reyes-Varella, das Duplas, batendo os brasileiros Alexandre Bonatto e José Pereira por 6/4 3/6 10/7.

Nesta semana, o circuito masculino segue no Future de Caldas Novas, em quadra rápida.

ITF de Angra dos Reis vê domínio estrangeiro

Angra dos Reis assistiu ao domínio estrangeiro no ITF, realizado semana passada, e ninguém imperou mais que a peruana Bianca Botto, de 18 anos, campeã em simples e em duplas. Na individual, ela bateu a francesa Olivia Sanchez, cabeça 1, por 2x1: 6/2 1/6 6/4. Sanchez, nas quartas-de-final, ganhou da brasileira Ana Clara Duarte, cabeça 5, por 6/2 6/0, a melhor colocada nacional.

Nas duplas, Botto jogou ao lado da britânica Amanda Carreras, de 19 anos, e venceram a dupla Maria Fernanda Teran, da Bolívia, e Andreja Klepac, da Eslovênia, de virada, por 3/6 6/4 10/8. A catarinense Maria Fernanda Alves foi a melhor colocada do Brasil, fazendo a cabeça 1 ao lado da argentina Florencia Molinero, caiu na semifinal para a dupla campeã por 6/2 3/6 10/8.

Nesta semana, o circuito feminino continua com o ITF de Mangaratiba.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Masters 1000 Madrid

Assegurando mais uma vez, a condição de grande nome do tênis brasileiro Thomaz Bellucci (26º) joga em simples e em duplas o difícil Masters 1000 de Madrid. Em simples, cabeça 16, encara o convidado local Pere Riba (93º), e já tem definido quem seria o adversário da segunda fase: Juan Monaco (27º), da Argentina, que bateu, hoje, o alemão Simon Greul (60º0.

Nas duplas, Bellucci (202º) estréia a parceria com Bruno Soares (28º). Eles têm uma tarefa complicada contra os americanos John Isner (30º) e Sam Querrey (24º). Quem passar pega na segunda rodada os cabeças 6, a dupla Lukasz Kubot (14º), da Polônia, e Oliver Marach (12º), da Áustria.

Semana agitada no circuito challenger: Acompanhe Tudo!!

* Challenger Zagreb, Croácia

Atual campeão, Marcos Daniel (96º) é o principal jogador do challenger de Zagreb, na Croácia. Após classificar o Brasil para a repescagem do grupo Mundial na Copa Davis, Daniel, cabeça-de-chave 1, estréia contra o convidado local Nikola Mektic (306º). Ricardo Hocevar (185º), integrante do grupo da Davis, joga contra o russo Andrey Kuznetsov (277º), que veio do classificatório.


* Challenger Bordeaux, França

No saibro vermelho francês de Bordeaux, Julio Silva (151º) tem estréia dura contra o cabeça 4, o uzbeque Denis Istomin (79º). Ele terá a companhia de Caio Zampieri (214º) que furou, nesta segunda, o classificatório do torneio após vencer o francês Romain Jouan (406º) por 6/4 6/2. Na primeira rodada, Zampieri bateu o local Loic Docourau por 6/2 6/3.

Ainda em Bordeaux, Andre Sa (53º) ao lado do parceiro de longa data Ramon Delgado (327º), do Paraguai, estreou e perdeu, nesta segunda, para os alemães Phillip Marx (60º) e Frank Moser (130º) por duplo 6/4 em cerca de 70 minutos de partida.

No segundo set, Sa e Delgado não conseguiram aproveitar três chances de quebra, por sua vez, os alemães quebraram uma em uma no primeiro set e uma em três no segundo. Sem pontuar, Sa leva apenas um cheque de 305 euros.


* Challenger Biella, Itália

Mantendo o saibro vermelho, em Biella, na Itália, Rogerio Dutra (224º) é cabeça 3, ao lado do argentino Martin Alund (253º), e estréia contra os argentinos Diego Junqueira (259º) e Martin Vassallo Arguello (200º). Enquanto o ex-top100 Marcio Torres (246º) é cabeça 4, ao lado do argentino Juan Pablo Brzezicki (262º), joga contra o belga Niels Desein (267º) e o australiano Marinko Matosevic (781º).

No classficatório, Rogerinho (285º), que era cabeça 7, caiu na segunda rodada para o local Gianluca Naso (503º) por 6/4 7/5, após vencer na primeira rodada o também italiano Alessandro Giannessi (666º) por 6/3 7/6(5).

domingo, 9 de maio de 2010

O fim-de-semana do tênis brasileiro

· Brasil faz 5x0 no Uruguai

Sem “muita” dificuldade, Marcelo Melo (46º) e Bruno Soares (27º) venceram por 3x0 os uruguaios Marcel Felder (435º) e Ariel Behar (834º) por 6/3 6/2 7/6(2) e esperam o sorte para definir a sorte nacional na repescagem do Grupo Mundial. Nos amistosos de domingo, Thomaz Bellucci (26º) anotou 6/4 6/1 em Marcel Felder (267º) e Marcelo Melo, sem ranking, fez sua estréia em simples com uma vitória de virada por 4/6 6/2 7/5 em Martín Cuevas (853º), irmão do número um uruguaio, ausente na Davis, Pablo Cuevas (57º).


· Thiago Alves perde a final em Israel

Thiago Alves (127º) foi vice-campeão do challenger Ramat Hasharon, em Israel, com premiação de 100 mil dólares, da série Trento. Ele perdeu, apertado, de virada, a final para o irlandês Conor Niland (222º) por 5/7 7/6(5) 6/3. Alves garante 60 pontos no ranking de entradas, mas deve perder a oportunidade de entrar direto em Wimbledon.


· Feijão perde na estréia do Master de Madrid

Em sua turnê européia, João “Feijão“ Souza (123º) caiu mais uma vez no classificatório, semana passada havia caído no do ATP de Estoril. Ele perdeu para o local Daniel de La Nava (313º) por duplo 6/4 em uma hora e meia de partida.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Thiago Alves está na final no Challenger de Ramat Hasharon

Em duelo de cabeças-de-chave, Thiago Alves (127º), quarto, alcançou, nesta sexta-feira, a final do forte challenger de Ramat Hasharon, após vencer o turco Marcel Ilhan (117º), sétimo, por 7/5 6/4 em 1 hora e 47 minutos. Ele enfrenta na final o irlandês Conor Niland(222º). Ele ganhou na semi do lituano Ricardas Berankis (200º) por 6/3 6/4. Alves já garantiu 60 pontos e 8.48º dólares por alcançar à final. Com o título, somaria 100 pontos e 14.400 dólares de premiação.

Pela primeira rodada de duplas, Alves (397º), ao lado do holandês Matwe Middelkoop (530º), perdeu para os cabeças 4, a dupla Simon Stadler (339º), da Alemanha, e Alexander Peya (124º), da Áustria, por duplo 6/1.

Brasil abre fácil 2x0 no Uruguai pela Davis

Sem surpresas, o Brasil venceu as duas partidas de simples, hoje, em cima do Uruguai pelo Zonal Americano da Davis, em Bauru, e já pensa no adversário da repescagem do Grupo Mundial. Marcos Daniel passeou no primeiro jogo do dia marcando três sets a zero com parciais 6/4 6/1 6/1. Thomaz Bellucci seguiu o embalo e levou em três o jogo por 6/4 6/3 6/2.

Amanhã, os mineiros Marcelo Melo (46º) e Bruno Soares (27º) jogam para fechar a série contra Marcel Felder (435º) e Ariel Behar (834º).

Não deu: Sá cai na semi de Estoril

Andre Sa (54º) caiu, nesta sexta-feira, ao lado do australiano Stephen Huss (70º), na semifinal do ATP 250 Estoril para a dupla espanhola Marc Lopez (29º) e David Marrero (89º) por 6/3 3/6 10/6. Último brasileiro vivo no torneio, Sa marca 90 pontos no ranking e leva um cheque de 3.075 euros para casa.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Em Estoril, Sa garante a segunda semifinal do ano

Andre Sa, ao lado do australiano Stephen Huss, assegurou uma vaga na semifinal do ATP 250 Estoril. Eles venceram a boa dupla belga formada Xavier Malisse e Dick Norman por duplo 6/4 em 1 hora e 11 minutos de partida. Num duelo equilibrado, Sa/Huss venceram suados 52% dos pontos (60/115) e tiveram, em ambos os sets, o saque quebrado. Ainda assim, souberam aproveitar melhor as chances de quebra 4/9 oportunidades (44%) contra 2/6 (33%). Eles só devem voltar a quadra na sexta.

Caso garanta a vaga na final, Sá garante 150 pontos do vice-campeonato podendo chegar a 250 com o título. Ele já anotou 90 pontos em Estoril. Sa repete o resultado do ATP do Auckland, em janeiro, quando atingiu a semifinal, ao lado de Thomaz Bellucci.

Alves avança as quartas no Challenger de Ramat Hasharon

Thiago Alves, cabeça 4 do challenger de Ramat Hasharon, lutou para bater o russo Konstantin Kravchuk por 6/4 7/5. Jogo apertado, com quebras para os dois lados: 4/11(36%) para Alves e 2/3(67%) para Kravchuk. Apesar de anotar mais aces (6 contra 2), o russo não mostrou superioridade no aproveitamento de primeiro saque com 71% contra 73% e foi pior no segundo saque com apenas 32% de aproveitamento contra 56%.

Alves enfrenta nas quartas-de-final, o lituano Ricardas Berankis que eliminou de virada por 4/6 7/5 6/2 o austríaco Alexander Peya e, na primeira rodada, o cabeça 8 o britânico Alex Bogdanovic. Integrante da Trent Series, com premiação de 100 mil doláres, Alves já garante 18 pontos no ranking podendo alcançado a semifinal pular para 35.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Quali ITF $25.000 Angra dos Reis, RJ, Brasil (Saibro)

Acompanha quem levou uma das oito vagas para a chave-principal:



>> 1º Vaga: Maryna, Zanevska (UKR) <<



(1) Maryna, Zanevska (UKR) bye

Isabela Miro (BRA) 6/3 6/0 Francesca Gonzalez (CHI)

Marcela-Guimarães(BRA) 6/2 6/3 Flavia Belmont de Oliveira(BRA)

(13) Isabella Robbiani (PAR) bye



(1) Maryna, Zanevska (UKR) 6/2 6/3 Isabela Miro (BRA)

(13) Isabella Robbiani (PAR) 6/1 2/6 6/3 Marcela-Guimarães(BRA)



(1) Maryna, Zanevska (UKR) 6/0 6/2 (13) Isabella Robbiani (PAR)





>> 2º Vaga: Monique Alburquerque (BRA) <<



(2)Ingrid Esperanza (PER) bye

Raquel Piltcher (BRA) 5/7 6/2 5/7 Tomita Giovanna (BRA)

Marina Danzini (BRA) 6/1 6/0 (wc)Lucia Hoffman(USA)

(14) Monique Alburquerque (BRA) bye



(2) Ingrid Esperanza (PER) 6/4 6/1 Raquel Piltcher (BRA)

(14) Monique Alburquerque (BRA) 6/3 6/3 Marina Danzini (BRA)



(14) Monique Alburquerque (BRA) 6/3 6/3 (2) Ingrid Esperanza (PER)





>> 3º Vaga: Claudia Razzeto (PER) <<



(3) Gabriella Barbosa-Costa Silva (BRA) bye

Camila Vital de Castro (BRA) 6/3 7/5 Relen Guajardo (ARG)

Stefania Haddad (BRA) 1/6 6/3 4/6 Claudia Razzeto (PER)

Nuria Parrizas-Diaz(ESP) bye



(3) Gabriella Barbosa-Costa Silva (BRA) 6/2 6/1 Camila Vital de Castro (BRA)

Claudia Razzeto (PER) 5/7 7/5 6/4 Nuria Parrizas-Diaz(ESP)



Claudia Razzeto (PER) 6/1 4/6 6/2 (3) Gabriella Barbosa-Costa Silva (BRA)





>> 4º Vaga: Ekaterina Shuleva (CAN) <<



(4)Fernanda Hermenegildo (BRA) bye

Verena Piccolo (BRA) 0/6 0/6 Ekaterina Shuleva (CAN)

Thaisa Pereira (BRA) 7/5 6/0 Guilia Perrone (BRA)

(10)Guadalupe Moreno (ARG) bye



Ekaterina Shuleva (CAN)
6/3 7/5 (4)Fernanda Hermenegildo (BRA)

(10)Guadalupe Moreno (ARG) 6/0 6/0 Thaisa Pereira (BRA)



Ekaterina Shuleva (CAN) 7/5 6/4 (10)Guadalupe Moreno (ARG)





>> 5º Vaga: Barbara Rush (ARG) <<



(5) Estefania Donnet (ARG) bye

Maria Claudia Santos Sant’Anna (BRA) 6/1 6/0 Louise Reis de Campo (BRA)

Nathaly Kurata (BRA) 6/3 6/3 Flavia Dechant Araujo (BRA)

(9) Barbara Rush (ARG) bye



(5) Estefania Donnet (ARG) 7/5 6/3 Maria Claudia Santos Sant’Anna (BRA)

(9) Barbara Rush (ARG) 6/2 7/5 Nathaly Kurata (BRA)



(9) Barbara Rush (ARG) 6/3 1/6 6/0 (5) Estefania Donnet (ARG)





>> 6º Vaga: Anastasia Mukhametova (RUS) <<



(6) Anastasia Mukhametova (RUS) bye

Flavia Guimarães Bueno (BRA) 6/3 6/0 Rebeca Pereira (BRA)

Laura Pigossi (BRA) 6/4 2/6 3/6 Julieta Soledad Rodriguez (ARG)

(12) Fernanda Faria (BRA) bye



(6) Anastasia Mukhametova (RUS) 6/1 7/5 Flavia Guimarães Bueno (BRA)

(12) Fernanda Faria (BRA) 6/2 6/3 Julieta Soledad Rodriguez (ARG)



(6) Anastasia Mukhametova (RUS) 2/6 7/5 6/3 (12) Fernanda Faria (BRA)





>> 7º Vaga: Natalia Cheng (BRA) <<




(7) Natalia Cheng (BRA) bye

Juliana Barbosa Bacelar (BRA) 6/3 6/1 Fernanda Soares (BRA)

Mariana Cernea (BRA) 6/1 4/6 6/3 Giovanna Baccarini (BRA)

(15) Karina Souza (BRA) bye



(7) Natalia Cheng (BRA) 6/3 6/2 Juliana Barbosa Bacelar (BRA)

(15) Karina Souza (BRA) 6/0 6/3 Mariana Cernea (BRA)



(7) Natalia Cheng (BRA) 6/3 6/1 (15) Karina Souza (BRA)





>> 8º Vaga: Yuliana Lizaro (COL) <<



(8) Yuliana Lizaro (COL)
bye

Maria Eduarda Medeiros (BRA) 7/6 4/6 2/6 Carmen Sandor (CAN)

Maria Beatriz Martins Cecato (BRA) 0/6 6/3 1/6 Gabriela Coglitore (VEN)

(16) Mariana Correa (ECU)



(8) Yuliana Lizaro (COL) 6/2 4/6 6/0 Carmen Sandor (CAN)

Gabriela Coglitore (VEN)6/2 6/2 (16) Mariana Correa (ECU)



(8) Yuliana Lizaro (COL) 6/3 6/1 Gabriela Coglitore (VEN)

Quali Future $10.000 Teresina, Brasil (Saibro)

Acompanhe quem levou uma das oito vagas do quali para a chave-principal:



>> 1º Vaga: Daniel Silva (BRA) <<



(1) Daniel Silva (BRA) bye

Eduardo Bencke (BRA) 6/1 6/0 Igor Machado (BRA)

Mateus Camasine (BRA) 6/3 6/1 Lozomar Pereira (BRA)

Rafael Nieto (BRA) bye



(1) Daniel Silva (BRA) 6/1 6/3 Eduardo Bencke (BRA)

Mateus Camasine (BRA) 6/3 3/6 6/4 Rafael Nieto (BRA)



(1) Daniel Silva (BRA) 6/2 6/2 Mateus Camasine (BRA)





>> 2º Vaga: Thales Levy <<



(2)Gustavo Junqueira de Andrade (BRA) bye

Thales Levy (BRA) 6/1 6/0 Leonardo Reami da Cunha (BRA)

Thomas Takemoto (BRA) 6/1 6/0 Bruno Botteon Albuquerque (BRA)

Felipe Ortiz Beckdorf (CHI) bye



Thales Levy (BRA) 7/5 4/6 (2)Gustavo Junqueira de Andrade (BRA)

Felipe Ortiz Beckdorf (CHI) 7/5 1/0R. Thomas Takemoto (BRA)



Thales Levy (BRA) 6/1 6/3 Felipe Ortiz Beckdorf (CHI)





>> 3º Vaga: Javier Munoz (CHI) <<



(3) Wilson Leite (BRA) bye

Daniel Coronado (BRA) 7/5 6/0 Edurado Aramizu (BRA)

Rodrigo Perri (BRA) 6/1 6/2 Pedro Liberio (BRA)

(14) Javier Munoz (CHI) bye



(3) Wilson Leite (BRA) 6/1 5/7 6/0 Daniel Coronado (BRA)

(14) Javier Munoz (CHI) 6/0 6/0 Rodrigo Perri (BRA)



(14) Javier Munoz (CHI) 6/2 6/3 (3) Wilson Leite (BRA)





>> 4º Vaga: Gabriel Dias (BRA) <<



(4)Gabriel Dias (BRA) bye

Pierto Jordão (BRA) 6/1 6/3 Pedro Menna Barreto (BRA)

Fabio Costa (BRA) 6/3 7/6(4) Pedro Ortega (BRA)

(12) Victor Maynard (BRA) bye



(4)Gabriel Dias (BRA) 6/2 6/2 Pierto Jordão (BRA)

(12) Victor Maynard (BRA) 6/3 6/1 Fabio Costa (BRA)



(4)Gabriel Dias (BRA) 6/3 4/6 6/3 (12) Victor Maynard (BRA)





>> 5º Vaga: Giacomo Pirozzi (ITA) <<



(5)Marion Oliveira (BRA) bye

Mathues Coelho (BRA) 0/6 1/6 Giacomo Pirozzi (ITA)

Hugo Silva (BRA) 6/0 6/3 Diego Aguirre (PER)

(10) Gustavo Nicolas Kauer (CHI) bye



Giacomo Pirozzi (ITA)
6/2 6/3 (5)Marion Oliveira (BRA)

(10) Gustavo Nicolas Kauer (CHI) 6/2 7/5 Hugo Silva (BRA)



Giacomo Pirozzi (ITA) 6/3 6/3 (10) Gustavo Nicolas Kauer (CHI)





>> 6º Vaga: Caio Silva (BRA) <<



(6) Caio Silva (BRA) bye

Victor Begara (BRA) 6/4 1/6 2/6 Gonzalo Garzon (CHI)

Fabio Paterno (BRA) 3/6 2/6 Alexandre Madeira Sola (BRA)

(13) Alex Blumenberg (BRA) bye



(6) Caio Silva (BRA) 6/3 6/2 Gonzalo Garzon (CHI)

(13) Alex Blumenberg (BRA) 6/2 6/3 Fabio Paterno (BRA)



(6) Caio Silva (BRA) 6/3 2/6 7/5 (13) Alex Blumenberg (BRA)





>> 7º Vaga: Eduardo Dischinger (BRA) <<



(7) Francisco Carbajal (PER) bye

Rafael Ribas (BRA) 6/0 6/1 Benjamin Yoshidzumii Valdes (CHI)

Caio Nunes (BRA) 6/2 4/1R Tarsis Brito Filho (BRA)

(9) Eduardo Dischinger (BRA) bye



Rafael Ribas (BRA) 6/4 6/4 (7) Francisco Carbajal (PER)

(9) Eduardo Dischinger (BRA) 6/0 6/3 Caio Nunes (BRA)



(9) Eduardo Dischinger (BRA) 6/0 6/0 Rafael Ribas (BRA)





>> 8º Vaga: Andrew Laurent (BRA) <<

(8) Gonzalo Bravo Pavez (CHI) bye

Rogerio Barrozo Ribeiro (BRA) 6/0 6/1 Jheymison Ramalho (BRA)

Claudio Acevedo (CHI) 7/6(5) 4/6 6/4 Andres Jakcson (CHI)

(11) Andrew Laurent (BRA) bye



Rogerio Barrozo Ribeiro (BRA) 6/4 7/5 (8) Gonzalo Bravo Pavez (CHI)

(11) Andrew Laurent (BRA) 6/1 6/2 Claudio Acevedo (CHI)



(11) Andrew Laurent (BRA) 6/1 6/1 Rogerio Barrozo Ribeiro (BRA)

Andre Sa tenta a semifinal de Estoril nesta quarta

Único brasileiro vivo em ATP na semana, Andre Sa (54º) e o australiano Stephen Huss (70º) jogam, nesta quarta-feira, por volta das 09h00, pelas quartas-de-final do ATP 250 Estoril contra a dupla belga Xavier Malisse (373º) e Dick Norman (11º). Tentando recuperar o ranking perdido, em caso de vitória, Sa dobrara os pontos conquistados no torneio: dos atuais 45 para 90.
Na atual temporada, o brasileiro chegou a uma semifinal, em Janeiro, no ATP de Auckland, ao lado de Thomaz Bellucci, perdendo para outra dupla nacional formada pelo ex-parceiro Marcelo Melo e Bruno Soares.

Grilli perde nas duplas e Brasil fica sem representantes no Egito

Rodrigo Grilli (330º) acompanhou o desempenho do compatriota Rogerio Silva e deu adeus ao challenger de Palm Hills, no Cairo, Egito, logo na primeira rodada. Grilli, que só disputou as duplas, ao lado do argentino Juan Pablo Amado (288º) perdeu, para a fraca dupla local, Omar Hedayet (1535º) e Mohamed Satwat (1545º), de virada, por 4/6 6/1 10/1.

Estranha a queda repentina de desempenho perdendo o segundo set com um game ganho ao ponto de fazer apenas um ponto no set tie-break. O Brasil não tem mais representantes no torneio. Grilli não ganha uma partida de duplas desde o início do ano quando, ao lado de Amado, foi vice-campeão do Future de São Paulo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Bellucci atinge o melhor ranking da carreira, 26º melhor do mundo

No ranking da ATP divulgado nesta segunda-feira, o Brasil permanece com seis Tops 100, três nas simples e três nas duplas. Thomaz Bellucci subiu duas posições, agora 26º, com a melhor pontuação (1457) da carreira. Aos 22 anos, se aproxima de Thomaz Koch e Fernando Meligeni para atingir o posto de segundo melhor tenista masculino da história. Ricardo Mello caiu uma posição, agora é o 91º. Três a frente de Marcos Daniel (94º) que caiu duas casas.

Nas duplas, Bruno Soares, que caiu quatro posições, é o melhor brasileiro numa posição quase análoga a Bellucci, 27º, com 2170 pontos. Ele é seguido à distância por Marcelo Melo, 46º, que caiu três posições, com 1660 pontos, e por Andre Sá, 54º, que caiu duas com 1338 pontos.

Mello joga mal e cai, Sá avança nas duplas no ATP Estoril

Ricardo Mello apresentando um jogo instável e inseguro perdeu para o convidado local Leonardo Tavares no ATP 250 Estoril em sets direitos por duplo 6/3. Dos 70 pontos vencidos pelo português, 36 vieram de erros não forçados do brasileiro que foi quebrado quando perdia o segundo set em 3/4 num nível incrivelmente abaixo de seu padrão aguerrido. Fica a impressão que a cabeça de Mello está em Bauru.

Andre Sá começa a dar a volta por si em sua instável temporada. Ao lado do australiano Stephen Huss venceram com estrema tranqüilidade 6/2 6/1 a dupla formada pelo alemão Florian Mayer e pelo tcheco Michal Przysiezny, em 56 minutos. Nas quartas, ele enfrentam os belgas Xavier Malisse e Dick Norman que bateram de virada os fortes Martin Damm, da República Tcheca, e Filip Polasek, da Eslováquia, cabeças 2, por 2/6 7/6(2) 10/7, em 93 minutos.

Thiago Alves avança em Israel

No challenger Ramat Hasharon, em Israel, Thiago Alves (127º), cabeça 4, bateu o convidado local Amir Weinstraub (486º) 6/3 6/4 em 1 hora e 17 minutos. O brasileiro teve um pouco mais de dificuldade no segundo set, no qual teve o saque quebrado e foi obrigado a bater por duas vezes o serviço do israelense. Ele enfrenta agora o russo Konstantin Kravchuk (239º) que batia Giller Muller (196º), de Luxemburgo, por 6/3 4/2 quando foi ajudado pela desistência do adversário numa partida em cinqüenta minutos. Com premiação de 100 mil dólares, Alves já garantiu 8 pontos da segunda fase, e joga para garantir 18 das quartas-de-final.

Rogerinho tem dia péssimo no Egito. Grilli joga nesta terça

Hoje não foi o dia para Rogerio Silva que foi eliminado logo na primeira rodada em simples e nas duplas do challenger do Cairo, no Egito. No individual, foi eliminado em sets diretos pelo o polonês Jerzy Janowicz por 6/4 6/2. Nas duplas, ao lado do argentino Juan Pablo Brzezicki caiu para o sérvio Nikola Ciric e o montenegrino Goran Tosic por 6/3 6/2.

Nesta terça, Rodrigo Grilli (330º) mantém tremulante a bandeira brasileira no torneio. Ao lado de Juan Pablo Amado (288º), da Argentina, ele joga contra os locais Omar Hedayet (1535º) e Mohamed Safwat (1545º).

domingo, 2 de maio de 2010

Ricado Mello e Andre Sá estreiam no ATP 250 Estoril nesta segunda

Ricardo Mello (92º) estréia no saibro do ATP 250 Estoril, nesta segunda, contra o convidado local Leonardo Tavares (248º). Em caso de vitória, Mello, que recentemente voltou ao Top 100, já anota 20 pontos para o ranking de entradas e eleva sua premiação de 4.100 para 6.910 euros.
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Também amanhã, Andre Sa (52º) jogará duplas ao lado do australiano Stephen Huss (73º) contra o alemão Florian Mayer (573º) e o polonês Michal Przysiezny (501º). Sá, que precisa garantir evitar problemas no ranking, anota 45 pontos com a vitória.

CH: Thiago Alves joga em Israel, Rogerinho e Grilli no Egito.

Thiago Alves (116º) é cabeça-de-chave 4 no challenger de Ramat Hasharon, em Israel, com premiação de 100 mil dólares. Na estréia, ele pega o convidado local Amir Wientraub (486º). Nas duplas (391º), ao lado do holandês Matwe Middelkoop (530º), pega os cabeças 4 o austríaco Alexander Peya (110º)e o alemão Simon Stadler (520º).

No Egito, Rogerio Silva (286º) tem jogo duro contra o polonês Jerzy Janowicz (289º). Ainda na segunda, ele (227º) joga as duplas, na qual é cabeça 3, ao lado do argentino Juan Pablo Brzezicki (244º) contra o sérvio Nikola Ciric (324º) e o montenegrino Goran Tosic (256º). Rodrigo Grilli (331º) é o outro brasileiro nas duplas, junto com o argentino Juan Pablo Amado (261º), eles enfrentam os locais Omar Hedayet (1542º)e Mohamed Safwat (1552º).

Feijão cai cedo no quali do ATP Estoril

Durou pouco a participação de João "Feijão" Souza (118º) no quali do ATP 250 Estoril, ele caiu na segunda rodada para o espanhol Marc Lopez (956º) em 6/2 6/2 em rápidos 68 minutos. Ele não faz nenhum ponto para o ranking, e leva 350 euros de premiação.

sábado, 1 de maio de 2010

Vou de Van: Torneios femininos lucram com o transporte de atletas

Desde 2001, o Rio de Janeiro não recebe um torneio profissional de tênis. Nas próximas semanas, Angra dos Reis e Mangaratiba, no Litoral Verde, sediarão dois torneios femininos ITF, com premiação de 25 mil dólares. Tal qual o único ATP brasileiro, da Costa do Sauípe, estes campeonatos fogem do centro urbano para resorts de luxo no interior. O que limita a possibilidade de público tanto pela distância quanto pelo custo de acesso.

Agora, se acesso é difícil para o torcedor também o é para o tenista. Por isso a organização se investiu de providenciar, mediante pagamento, o transporte do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, até a cidade de disputa. Por 600 reais pode-se fechar uma van para até seis para pessoas, independente da cidade.

Através do Google Maps, a distância aeroporto-torneio em Mangaratiba é de 100km com um tempo estimado de 1h33min. Até Angra do Reis, 187km em 2h34min. Qualquer jogadora, que consiga reunir outras cinco para lotar uma van vai desembolsar, no mínimo, os 200 reais junto à organização para ir e voltar do campeonato.

Por que os qualyfings tem tanta diferença de participantes?

Na semana que começa serão disputados três torneios ATP, todos em nivel 250. O que chama atenção, neste momento, é a diferença de participantes nos classificatórios de cada um. Enquanto o ATP de Estoril tem o quali cheio com 32 jogadores, o de Belgrado conta com metade, 16. O de Munique tem 28. Sempre quatro avançam a chave principal.

A distribuição de pontos é igual entre eles: seis para a segunda rodada, 12 para quem cai na rodada decisiva. A premiação muito similar enquanto Estoril e Munique pagam 315 euros para a segunda rodada e 650 para quem cai na última etapa, Belgrado premia em 295 e 610 respectivamente.

Indagado sobre a questão pelo SAQUE BRASIL, José Dalcim, diretor editorial do excelente site “Tênis Brasil”, acredita que isto ocorra por falta de interesse dos atletas acrescentando que é muito fácil ir a Estoril que a Belgrado.

Ainda assim, existe toda uma leva de jogadores locais nos arredores da Sérvia que poderiam participar do torneio. A situação inusitada reflete a importância da montagem do calendário para um tenista achar as melhores oportunidades no circuito.

Marcel Felder bate Eladio e vence o Future de Fortaleza

Era o quinto confronto entre os dois tenistas e o uruguaio Marcel Felder (265º) faturou sua quinta vitória no duelo contra o brasileiro Eladio Ribeiro Neto (426º) conquistando o título do Future de Fortaleza. Em três sets, Felder virou a partida para fechar em 4/6 6/2 6/4 e levar o torneio disputado no saibro, com premiação de 10 mil dólares.

Felder vai embalado para disputa da semifinal do Zonal Americano contra o Brasil, no próximo fim-de-semana, em Bauru. Ele pode ser o principal tenista uruguaio se for confirmada a ausência de Pablo Cuevas (56º) por motivos, aparentemente, políticos.

Eladio continua sua sina para vencer o primeiro torneio em simples do nível. Esta foi a oitava final do jogador que havia perdido três, em 2009, e outras quatro, em 2008. Em setembro passado, ganhou, na mesma Fortaleza, o primeiro e único título de duplas, ao lado de Alexandre Bonatto.

Feijão larga na frente em duelo brasileiro no quali de Estoril

No confronto brasileiro pela primeira rodada do classificatório do ATP 250 de Estoril, em Portugal, João “Feijão” Souza (118º) bateu com facilidade por 6/1 6/1 Renato Assad (1115º) em rápidos 49 minutos. Confirmado na segunda rodada João já garante pelo menos 350 euros de premiação. Ele enfrenta o espanhol Marc Lopez (956º) duplista que vive seu melhor momento no ranking no qual figura como 28º. Lopez venceu o convidado do torneio, o local Vasco Mensurado, sem ranking, por 6/3 6/2 em 72 minutos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Carranca é Rio São Francisco. Carranca é arte

Se para Caymmi, mar é música. RIO DE MÚSICA não pode ficar obstante a exposição “O triunfo das Carrancas” sobre as peças de adorno de embarcações, em especial do Rio de São Francisco, em cartaz, no Centro Cultural dos Correios.

As carrancas são figuras estranhas ao ordenamento do mundo natural, ainda que sua forma, notadamente, origine-se em um animal seja o Homem seja um cavalo ou leão. Tem expressões relaxadas ou boquiabertas, raras são a quem fazem cara de susto. Apreende-se que a proteção ao perigo proviria de sua “feiúra natural”. Não se encontra preocupação com a perfeição no acabamento. A maioria das carrancas tem olhar no horizonte, poucas olham para o alto ou para dentro do mar (para baixo) onde, segunda a lenda, estariam os perigos do rio. Em alguns casos, a madeira é pintada, em outros, raros, adicionam-se elementos de adorno. A título de curiosidade, as figuras leoninas guardam certa, mesmo que distante, semelhança com personagens do imaginário egípcio, principalmente Rá, o deus-sol, acentuadamente quanto ao formato da juba/cabelo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

É Tudo Verdade: "Os Representantes", de Felipe Lacerda

Andando por ali, RIO DE MÚSICA aproveitou a sessão das 17h do “É Tudo Verdade”. Foi ver no que dava. “Os Representantes”, de Felipe Lacerda, que se pretende denúncia ao clientelismo político, no caso, no interior do Amazonas durante a grande seca de 2005.

É fraco, porque, além de óbvio, é mais complexo do que se expõe. Não á toa, o vereador que arma todo esquema de assistencialismo a população, fala, digamos inocentemente, sobre todas as peripécias que são feitas para se ganhar um eleitor. É quase como se não fosse errado. Exibir por exibir é muito superficial.

O filme perde mais ainda ao atribuir a seca ao aquecimento global. Primeiro: o homem não tem capacidade de alterar o clima em relação a todo o planeta. Segundo: a natureza é cíclica mesmo, uma hora chove mais na outra chove menos. Para efeitos do filme, choveu-se no molhado., choveu-se no molhado.

É Tudo Verdade: "Capitalismo, história de amor", de Michael Moore

Não era música, mas era cinema. E de graça. RIO DE MÚSICA estava por perto e foi conferir “Capitalismo: Uma História de Amor” (EUA, 2009), de Michael Moore, no Unibanco Artplex, dentro da mostra “É Tudo Verdade”. RIO DE MÚSICA, por está por perto, até vai ao cinema, mas, por Moore, não fica na fila esperando na expectativa de levar um ingresso. Prefere em casa, baixar o filme. Não se preocupe, apesar dos argumentos infantis contra o capitalismo, que sim tem milhões de erros, Moore está tranqüilo em sua milionária conta bancária proporcionada por este odioso sistema econômico.

Enganchado na crise imobiliária americana, Morre aplaude a eleição de Obama, o salvador do povo, em contraponto ao generoso empréstimo do governo americano aos bancos em crise durante a Era Bush. O filme lamenta os americanos despejados de suas casas por inadimplência e quase faz uma salva de palmas ao socialismo.

Moore brinca de invadir e roubar dinheiro de bancos e, mais uma vez, tenta entrar na sede da General Motors. Nesta parte, o segurança, personificando a cara de “isto realmente tá acontecendo” diz ao microfone, pasmo, a outro companheiro: “É o Michael Moore, ele quer falar com o presidente”. Moore é convidado a se retirar. Em frente a Bolsa de Nova Iorque, tentando pedir conselhos aos operadores do mercado, ouve um “Não faça mais filmes”.
Eu perderia uma oportunidade de me distrair e de ter, com segurança, sobre o quê falar mal

quarta-feira, 31 de março de 2010

Num "teaser", Lapiduses e Alvarenga mostram como será seu show

RIO DE MÚSICA deu uma passada no CCBB para mais uma quarta-feira de Música no Museu. O programa original com Pablo Lapidusas ao piano foi alterado. Ele dividiu o palco com o colega Marcelo de Alvarenga que abriu o concerto.

Alvarenga, muito concentrado, tinha umas partituras estranhas que rapidamente necessitavam a virada de página ao ponto de ter uma assistente enquanto tocava. No repertório, Lorenzo Fernandez com “Velha Modinha” e a intensa “Ponteio e Jongo”. “Voile & La Fille aux cheveaux de lin”, de Debussy, Três Marzurcas e “Polonaise op.26 nº1, de Chopin, “Gnossiène º1”, de Saite, e a interessante “Toccata”, de Kachaturian.

Lapiduses escolheu músicas mais modernas, atacando com “Blackbird”, dos Beatles e com a trilha sonora de Cinema Paradiso, de Morricone. Ele tocou músicas próprias como “Formiguinha”, uma homenagem a sua mãe, que estava presente na platéia.

Os pianistas estão terminando a preparação do show conjunto “Quatro Séculos de Música”. A idéia era de que a apresentação de hoje servisse de teaser do que virá. Aguardemos.

terça-feira, 30 de março de 2010

Mágica na despedida do mês Samba-Jazz no CCBB

Pense em cinco caras que amam o que fazem. Pense que estas cinco pessoas são excepcionalmente muito boas. Pense que juntos eles são um grupo que supera em muito a soma da já imensa capacidade musical de cada um. Pensou?

Quem esteve nesta terça-feira, no Centro Cultural do Banco do Brasil, para o último show da série Almanaque Samba-Jazz teve o prazer de ouvir tudo isso e guardar para a história. O Quarteto Samba-Jazz, formado especialmente para a ocasião, contou com Rafael Vernet (piano), Eduardo Neves (sax e flauta), Guto Wirtti (contrabaixo) e Rafael Barata (bateria) receberam a ilustra presença do sax de Hector Costita.

Juntos ele fizeram mágica. Uma mágica difícil de descrever. Eles tinham uma alegria de tocar e o público teve a alegria de poder ouvir aquilo. Passando de “Quem diz que sabe” de João Donato a “Meu fraco é café forte” de Dom Salvador, de uma bela melodia japonesa ao choro porteño da Argentina de Costita. Explorando cada possibilidade de seus instrumentos. Foi um show como poucos, feito por músicos como poucos. Fica o parabéns a Edson Viana Teixeira, curador e diretor geral da mostra, pelo resultado final fantástico do seu trabalho.

domingo, 28 de março de 2010

OSB Jovem toca para a Juventude na Cecília Meirelles

Crianças e bonecas corriam de mãos dadas sem amanhã pelos corredores enquanto os mais velhos sentados assistiam a Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, na sala Cecília Meirelles, na série Concertos da Juventude em Cartaz. Na manhã de um típico domingo de sol, o auditório lotado ouvia a apresentação sobre a composição de uma orquestra nesta bela iniciativa às crianças para formação de platéia de música clássica. Inicialmente do diretor artístico da OSB, Roberto Minczuk, que regeu a companhia no Hino Nacional. Depois, com o regente Marcos Arakaki que deu seqüência ao concerto.

A escolha do repertório foi perfeita para o evento, com várias danças, numa empolgação que contagiou o público que, tal como o RIO DE MÚSICA, pagou apenas dois reais pela entrada. A OSB Jovem começou com a animada “Abertura Cubana” de Gershwin. Seguindo com “Três Danças” de Camargo Guanieri e de “Huapango” do mexicano José Pablo Moncayo. Empolgou a suíte de balé “Estância” do argentino Alberto Ginastera. O encerramento ficou com a vibrante “Batuque” de Lorenzo Fernandez.

A Orquestra retornou para um rápido bis em dois atos. Primeiro com a “Scène: Modesto” do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky e para a repetição do último movimento, a “Danza final”, da suíte “Estância” de Ginastera. Uma bela iniciação para os presentes que ainda ganharam um folheto interessante explicando vários detalhes sobre a composição de uma orquestra e da história da música clássica.

sábado, 27 de março de 2010

F-1 dos mares traz ronco alto de motor à baía de Guanabara

Para quem é fã de automobilismo, não existe música como um ronco alto e rouco de um motor. Por isso, RIO DE MÚSICA foi conferir a abertura da temporada 2010 do Mundial de Motonáutica Class 1, a Fórmula 1 dos mares, na baía de Guanabara.

Os sete barcos aceleraram alto, uns mais do que os outros, visto a larga diferença entre as embarcações na chegada. A falta de competitividade atrapalhou na empolgação do público.

A organização previa velocidades máximas de até 270km/h no final da reta da praia do Flamengo. O Fazza 3, barco atual tri-campeão, pode realmente ter atingido tal velocidade, mas simpatia ganhou foi o Abu Dhabi 5, que roncava mais alto que todos.

Mas barulho não faz diferença. O Abu Dhabi chegou em quinto lugar. Também dos Emirados Árabes Unidos, o Fazza 3 ganhou com muita folga do companheiro de equipe, o Fazza 1. Não muito distante, em terceiro, chegou o norueguês Welmax 90. Seguido à distância, em quarto, pela equipe espanhola Duemme Foresti & Suarti 8.

Em sexto, os outros noruegueses do Welmax 91. E, em sétimo, e último lugar, muito distantes de todos os demais, os italianos do Forest & Suati Scam 88. No domingo, acontece a segunda bateria da etapa brasileira, às 14h15, no Aterro do Flamengo.

Não se chegou perto da previsão surrealista dos organizadores de um milhão de espectadores. Pouco mais que o público regular dos sábados do Aterro esteve presente. Domingo, dia de maior movimento, o público aumentará, mas dificilmente atingirá a marca estipulada.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Miúcha canta o melhor remédio para um dia agitado

840 mãos lotaram o auditório do BNDES para aplaudir a noite de Bossa Nova embalada pela voz suave de Miúcha. Ao lado do Quarteto Bossa, ela cantou sucessos de Vinícius de Morais, Tom Jobim e Chico Buarque.

Um repertório leve e harmonioso em homenagem ao Rio e aos cariocas: “Samba do Avião”, “Copacabana”, “Corcovado”, “Águas de Março”. O amor evidente esteve presente: “Desafinado”, “Pela luz dos olhos teus”, “Todo sentimento”, incluído uma obra-prima “Eu te amo” cantada em francês. No sarau de clássicos, no bis, o tema da atual novela das oito, a simpática "Sei lá".

Ao lado da cantora, no projeto “5º no BNDES” estiveram João Lyra (violão), Jamil Joanes (baixo), Ricardo Costa (bateria) e Leandro Braga (piano e direção musical). Os melhores noventa minutos para um fim de noite tranqüilo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Sob insuportável calor, Franciel Monteiro desfila talento no violão

Finalista do II Concurso Jovens Músicos, ano passado, promovido pelo Música no Museu, o violonista Franciel Monteiro se apresentou, nesta quinta-feira, pelo projeto, no Real Gabinete Português de Leitura. O músico mostrou uma técnica espetacular e extremo bom gosto na escolha do repertório. Mas o que chamou atenção de todos foi a estufa formada no recinto. O calor desértico do Rio de Janeiro aliado a uma sala sem refrigeração atrapalhou a todos que estavam para desfrutar um belo concerto.

Monteiro arrumou uma caminha cronológica. Iniciando com quatro danças do inglês John Dowland (1563-1626), tocou sonata do italiano Domenico Scarlatti (1685-1757), obras do espanhóis Fernando Sor (1778-1839) e Francisco Tárrega (1852-1909).

RIO DE MÚSICA atrapalhado pelo calor e pela correria se desculpa por não ter anotado outros detalhes. Mas fica na sincera torcida por mais sorte aos que prestigiarem sua apresentação, na segunda-feira(29), às 18h00, no Centro Cultural Laura Alvim.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Um "trombone" mineiro no piano do CCBB

O técnico do Flamengo, o mineiro Andrade, tem o apelido de “trombone” pela recheada voz grave. Quem estivesse de olhos fechados poderia dizer que era o técnico e não o conterrâneo pianista Marcio Hallack na apresentação desta quarta-feira, no projeto Musica no Museu, no Centro Cultural Banco do Brasil.

Vencedor em 2002 e 2007 do premio Instrumental Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, ele convidou para algumas músicas os saxofonistas Nivaldo Ornelas e Ricardo Serpa e o baixista Rômulo Duarte. Apenas Serpa e Duarte tocaram juntos no palco.

Hallack começou introduzindo um novo compositor em seu repertório com uma bela música do ucraniano Nikolai Kapustin. Seguiu passeando por “Segura ele” de Pixinguinha, “Odeon” e “Apanhei-te Cavaquinho” de Ernesto Nazareth e “Susto” de Hermeto Pascoal. Hallack tocou músicas próprias como a linda “De Manhã” do CD homônimo, indicado ao prêmio TIM, e a animada “Pra Jojô”, do mesmo álbum. E, ainda fez uma homenagem a Milton Nascimento com a música “Milagre dos Peixes”.

Ainda antes da apresentação, Hallack se incomodou de tocar de costas para o público. RIO DE MÚSICA acompanha o problema que pode, dependendo da disposição do piano, colocar o músico ou escondido atrás do instrumento ou, se de lado, invisível a parte da platéia. Se de costas, ao menos, todos do público pode vê-lo em ação, com suas mãos e pés acionados sobre o belíssimo Steinway & Sons preto do CCBB.

terça-feira, 23 de março de 2010

Orgulho de ser Samba-Jazz

RIO DE MÚSICA se permitiu, graças a contatos no ramo financeiro, e pagou os três reais da meia-entrada para assistir, privilegiado, ao show do Samba-Jazz Trio em ilustre companhia do gaitista Maurício Einhorn. Não há palavras para descrever o swing, a malemolência, a cadência e habilidade da perfomance. O Trio é formado por músicos que não economizaríamos papel em enciclopédia para descrever. Tendo tocado com todos os possíveis mestres e discípulos da Música Popular Brasileira: Kiko Continentino, no piano; Luiz Alves, no contrabaixo acústico e Clauton “Neguinho” Sales, na bateria e trompete, sim simultaneamente, com graça e harmonia, representam a nata da categoria no país. Sorte de quem pode vê-los todos os sábados, de graça, do 12h às 16h, na Modern Sound, em Copacabana.

O Brasil ainda se descobria bom no futebol nos idos dos anos 50 quando Maurício Einhorn descobria a graça da gaita. Dado que, hoje, espirituoso, faz graça com o número de “saudosos” citados no show. Todos, parceiros que já partiram, mas que permanecem vivos na música. Caso dos parceiros Durval Ferreira, em “Tristeza de Nós Dois”, “Curta Metragem”, “Adivinha”, e Arnaldo Costa, em “Sarro”. A título de curiosidade, Tristeza foi composta em 1957 e somente no ano seguinte ganhou a letra de Bebeto Castilho.

Samba Jazz Trio fez homenagem a Johnny Alf, morto mês passado, com a música “Fim de semana em Eldorado”. Ainda tocaram “Muito à vontade”, “Agora Sim”, “Love Vibrations” e um belíssimo arranjo de obras de Villa-Lobos e Luís Gonzaga. A tarde, dentro do programa Almanaque do Samba Jazz, neste mês de março, no Centro Cultural do Banco do Brasil, foi um ode a música brasileira com verdadeiros mestres em cartaz.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Violão de sotaque latino no Museu Carmen Miranda

Explorando novos cenários cariocas, o projeto Música no Museu aterrisou, nesta segunda-feira, no Museu Carmen Miranda, no Flamengo, através do violão de Alessandro Correa. O programa em homenagem a Villa-Lobos ainda contou com obras de Leo Brouwer e Antonio Lauro.

Parte do “Entre Duo” ao lado do clarinetista cubano Félix Alonso, Correa trouxe ao Rio, em violão solo, o resultado da parceira que resultou no CD “Entre Latinoamérica” com compositores do continente.

A pequena platéia pode ouvir seis peças de Villa-Lobos: os prelúdios nº1, 2, 3 e 4; da “Suíte Popular Brasileira”: a “Mazurka-choro” e a “Valsa-choro”, além do Choros nº1. Destaque para a beleza dos prelúdios e do “Choros nº1”. Seguiu uma pequena peça do venezuelano Antonio Lauro: “Valsa Venezoelano nº2”. E encerrou com quatro obras do cubano Leo Brouwer: a bela “Danza del Altiplano”, “Zapateo”, “Guajira Criolla” e Berceuse “Drume Negrita”.

O tímido violonista agradeceu quase constrangido às palmas e emendou “Marcha da Quarta-feira de Cinzas” de Vinicius de Moraes e Carlos Lyra, de bis. O público gostou. Correa diz que espera retornar com o parceiro clarinetista. Estamos esperando.

domingo, 21 de março de 2010

Candelária se rende a Orquestra Petrobras Sinfônia

RIO DE MÚSICA conferiu o segundo dos oito concertos da Série Mestre Athayde, homenagem a Manoel da Costa Ataíde, artista barroco brasileiro (1762-1830). A Orquestra Petrobras Sinfônica sob a batuta de Carlos Prazeres, assistente do regente Isaac Karakbtchevsky, tocou, na Igreja Candelária, neste domingo, num programa de 50 minutos, obras de Messiaen e Bach.

Impossível não se render a simpatia de Prazeres que fala de coração aberto sobre o programa revelando a importância da obra do francês Olivier Messiaen (1908-1922) no período do trágico assassinato de seu pai, o mestre Armando Prazeres, em 1999. Armando foi o fundador da orquestra em 72. Sobre o alemão Johannes Brahms (1833-1897), foi direto dizendo que “dispensa apresentações”. Ele classificou os compositores como “pilares da música ocidental”.

Considerado o sucessor de Debussy, a Orquestra tocou de Messiaen “Les offrandes oubliées”, de 1930. Enquanto de Brahms, executou a Sinfonia nº4, op. 98, mi menor, de 1885, dividida em quatro atos é considerada a obra-prima do alemão.

Correta, a Orquestra empolgou o público que não poupou aplausos após o concerto que visa atrair um público novo à música clássica. O concerto contou com uma Candelária cheia pela metade. Um dos regentes mais novos do país, aos 32 anos, Carlos tem como spalla o irmão dois anos mais velho, Felipe. A próxima apresentação da Série será na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa, às 17h, no dia 4 de abril.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Arquiteto de grandes obras, pianista de grande talento

O público quase integralmente sexagenário lotou o auditório do Centro Cultural Justiça Federal para a apresentação do pianista Robert Fuchs, no projeto Música no Museu. Nascido em 1939, após dedicar grande parte de sua vida a arquitetura, agora retoma com força a dedicação à música. Em 2009, ficou entre o três primeiros no concurso internacional de grandes pianistas amadores. A final aconteceu na tradicional Salle Gaveau, em Paris. RIO DE MÚSICA conferiu o espetáculo do projetista do Barra Shopping que executou Mozart, Beethoven, Chopin(2), Villa Lobos, Shostakovitch e Bela Bartok.

Fuchs entusiasmava-se com a companhia do neto mais velho, Teo, no palco que o assistiu nos dois primeiros números. Após alguns bocejos, o menino de uns seis anos voltou à família na platéia. A apresentação iniciada com a “Fantasia KV 475”, de 1785, do gênio austríaco Wolfgang Mozart (1756-1791) ganhou o público após a execução da “Sonata op. 27 nº2, de 1814, do igualmente gênio alemão Ludwig Van Beethoven seguido do tradicional “bravo” após o ato. Aniversariante do mês, completando 200 anos, Frédéric Chopin (1810-1849) foi tocado duas vezes. “Noturno op.32 nº1”, de 1836, foi recebida de maneira morna ao contrário da primeira das quatro baladas do compositor “Balada nº1 op.23”, de 1836, que cativou a audiência.

Tal qual na final parisiense, Fuchs apresentou “Impressões Seresteiras” de Heitor Villa Lobos (1887-1959). Seguiu-se com a suíte “Dança das Bonecas”, de 1952, do russo Dmitri Shostakovitch (1906-1975) encerrando com a incomum aos palcos cariocas “Danças Populares Romenas”, de 1915, do húngaro Bela Bartok (1881-1945).

No momento do bis, tal como no dia anterior, boa parte do público foi embora, o que é estranho visto que todos estão ali por livre e espontânea vontade. Na volta, Fuchs continuou a homenagem a Chopin a quem disse “que nunca encontrou alguém que não gostasse”. O pianista agora segue para a China onde tem apresentações marcadas.

Ex-roqueiro ítalo argentino encanta com erudito no CCJF

Um dos fundadores do rock argentino, integrante da banda Los Gatos (1967-1970), Gaetano Galifi apresentou-se ao violão, nesta quinta-feira, dentro do projeto Música no Museu, no Centro Cultural Justiça Federal. RIO DE MÚSICA conferiu o concerto em que Galifi tocou, de sua autoria, seis músicas e uma suíte em três atos além de Bach, Paganini e Chopin.

Italiano da Sicília, nascido em 1948, com um ano mudou-se para a Argentina onde viveu as duas décadas seguintes. Lá foi influenciado pela música espanhola que além de dominar o país era admirada por sua mãe. Ao final do período, veio, em definitivo, para o Brasil.

Galifi abriu o espetáculo com uma seqüência de quatro músicas de composição própria. “O Demônio”, “Pêgaso, o cavalo alado”, “Baião do Padre Cícero”, inspirada num documentário sobre o religioso, e “O blues do gafanhoto”, uma brincadeira com um aluno.

Exigente, o público, que aplaudia admirado, só se rendeu de vez quando Galifi executou os clássicos. Do alemão Johan Bach (1685-1750) adaptou o "Preludio 995" para alaúde ao violão, bem como o "Capricho nº15" para violino do italiano Niccolò Paganini (1782-1840). Ele fez questão de destacar a beleza e a dificuldade de execução do "Noturno nº2", do pianista polaco Fréderic Chopin (1810-1849). Após a execução, “bravos” e “belíssimos” se espalharam pelo auditório.

Sua música é inspirada em personagens do cotidiano. Ora um professor como em “Ares Flamenco”, ora a infância e a família como em “Lembranças da Espanha”. Ambas compunham o repertório em homenagem ao país. Ao final de “Ares Flamenco”, da platéia cativada ouviu-se um empolgado “Olé!”.

A Suíte Mistérios, uma homenagem a uma companheira, taróloga, com quem vivia, ressaltando que Galifi é astrólogo, proporcionou uma viagem de sentidos. Explorando todas as possibilidades do violão, executou “A floresta sagrada”, “O vale da Lua” e “O desfiladeiro dos demônios”. Foi aplaudidíssimo de pé.

Incompreensível foi atitude de boa parte do público que foi embora no momento do bis. Tendo em vista que ninguém demonstrava menos que plena admiração do espetáculo. Perderam uma boa toada em que Galifi propôs juntar a música country americana com elementos do banjo.

O Música no Museu é excelente, uma das melhores atitudes que existem no país. Para criticar qualquer situação, acho obrigatório fazer quinhentas ressalvas sobre o quão boa é a iniciativa. Agora o músico tem que estar no meio da sala. Sua cadeira tendia para um dos lados do ambiente o que praticamente impedia toda uma seção do público de vê-lo. Visto que Galifi não estava em nenhuma plataforma e sim no mesmo nível da platéia. As cabeças do pessoal à frente tapavam a visão dos que estavam atrás.

O responsável pela filmagem tem que ser mais zeloso com a sua atividade. Entrar e sair da sala durante o número fazendo barulho chama a atenção negativamente da audiência. Desligar a câmera na hora do bis chama a atenção do músico que visivelmente se viu constrangido. Não sei o destino das imagens, mas não precisa desmerecer a tal ponto.

Felizmente, fica é um excelente show, de um músico extraordinário, altamente recomendável.

sábado, 13 de março de 2010

Seria isso o planejamento de infra-estrutura para a Copa do Rio?

A notícia no portal do governo do estado do Rio de Janeiro tem certo tom de piada “Rio vai ganhar posto de atendimento ao turista no Galeão durante a Copa”. Quer dizer que, está sendo anunciado hoje, em 2010, um posto de atendimento que já deveria existir, para daqui a quatro anos e com o único objetivo de funcionar durante trinta dias? Fica a impressão que os 7 bilhões de reais dos royalties do petróleo não vão fazer falta no planejamento de infra-estrutura de Sérgio Cabral.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A frase de 2010 (por enquanto)

A comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado convocou a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a responder sobre o polêmico Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH). O que irritou a base governista da casa, ainda mais quando salientado que o governo detém maioria na comissão. Enquanto governistas esbravejavam, o presidente da CCJ, o senador Demostenes Torres (DEM-GO) deu a melhor declaração do ano. “Não tem manobra da oposição, somos a minoria não tem como manobrar. Eles perderam porque não vem trabalhar. Se viessem trabalhar não teriam perdido.” Melhor impossível.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

G1 deveria voltar ao banco da falculdade de jornalismo

A primeira coisa que um jornalista fazer antes noticiar um fato é se perguntar: isto é notícia? Pode parecer meio óbvio, antes fosse assim.

Ontem tomei conhecimento de um caso triste ocorrido em Recife. O filho de uma catadora de lixo que havia passado em primeiro lugar no vestibular para a federal de Pernambuco para Biomedicina e iria se formar esse ano foi assassinado por engano.

Bati o olho na notícia do portal G1. Li “polícia”, “dupla que matou universitário”, “Recife”. Pronto, para mim a polícia tinha prendido os bandidos. Até que o título entregava “Polícia procura dupla que matou universitário no Recife”. De novo: isso é notícia? O que se espera da polícia? Que ele encontre os bandidos. Logo polícia procura bandidos é encher lingüiça na falta de notícias do dia-a-dia.

Falei que não tem nada acontecendo no país...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Futurologia para as eleições 2010

Nada de interessante está acontecendo. O país espera apenas o Carnaval e a Copa do Mundo. Parece que a eleição presidencial cozinha em banho Maria sem hora para acabar. Todo mundo já sabe quem é e quem não é candidato. Talvez a única dúvida recaia sobre Ciro Gomes. E, convenhamos debater se Ciro será ou não presidenciável é tão insosso quanto um novo esquema de corrupção. Não dá em nada.

Ainda assim eu já estou cravando aqui: José Serra será o novo presidente do Brasil. Sérgio Cabral será reeleito no Rio de Janeiro. Geraldo Alckmin ganha em São Paulo. Aécio Neves se elege para o que concorrer seja vice-presidente seja senador. Se sair para senador, a segunda vaga deve sair para um nome novo no cenário nacional. Ainda em Minas, tanto José Alencar quanto Itamar Franco só entram se for para deputado federal. Heloisa Helena volta ao Senado por Alagoas. Voltando o Rio, o PT não faz ninguém no Senado que deve reeleger Marcelo Crivella e empossar o ex-prefeito Cesar Maia.

Atualizaremos os nomes quando as candidaturas forem oficializadas.

Palpites?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Polêmica(!??): A bola do campeonato brasileiro tem uma suástica

A Penalty é uma empresa de produtos esportivos brasileira sediada em São Paulo fundada por imigrantes libaneses. Ela desenvolveu, em 2007, a primeira bola de futebol confeccionada com oito gomos contra os tradicionais e ultrapassados trinta e dois, a Penalty bola 8. O seu formato foi o campeão do consagrado prêmio internacional IF Product Design Awards 2010. Hoje, a bola é adotada em 14 campeonatos estaduais, incluindo Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, e no campeonato brasileiro da Série B.

Agora, a polêmica é que o desenho dos gomos da bola forma uma suástica semelhante à adotada pelo regime nacional socialista na Alemanha dos anos 30 e 40. Pelo sim pelo não, a polêmica está instalada.

Comprometendo o dinheiro dos outros

Enquanto isso, o estado do Rio de Janeiro toma emprestados 486 milhões de dólares junto ao Banco Mundial para pagar em 29 anos. O montante equivale a 909 milhões de reais para ser investido, em teoria, majoritariamente, em saúde e educação. Com uma população estimada em 16 milhões, o empréstimo corresponde a 57 reais por habitante do estado. Somente em 2010, segundo estimativa do Impostômetro, o cidadão fluminense já pagou 160 reais de imposto. Fora isso, o governo ainda acha necessário um volumoso empréstimo junto a organismos internacionais. É muito comprometimento do capital privado para sustentar a má administração pública.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

As novas embaixadas do Brasil

Nesta terça-feira, foi publicado decreto criando quatro novas embaixadas do Brasil no exterior, sendo duas na Europa, Albânia e Chipre, uma na África, em Serra Leoa, e uma na Ásia, em Miamar. Dos quatro, a Albânia é o único país com um intercâmbio comercial mais intenso com o país. Em 2009, exportamos $ 152 bi e importamos $127 bi. Serra Leoa, Chipre e Miamar têm uma balança comercial quase insignificante.

Pelo índice de democracia, criando pela revista inglesa The Economist, Miamar é o quinto país mais fechado do mundo com nota, de zero a dez, 1,77 No mesmo critério, Albânia (5,91) e Serra Leoa (4,11) são regimes híbridos que ainda não consolidaram a democracia. O Chipre (7,70) está no mesmo patamar que o Brasil (7,38) uma democracia defeituosa.

Mais populoso dos quatros países com 50 milhões de habitantes, Miamar vive um rigoroso regime militar desde o golpe que derrubou o governo civil em 1962. Pouca informação pode sair do país onde o Brasil instalará sua representação na cidade de Yangon, que tem 5,5 milhões de habitantes.

Serra Leoa, com 6 milhões de habitantes, é um dos países mais pobres da pobre África. Eternamente envolvida em conflitos pelo controle de suas jazidas de diamantes, ele tem o terceiro pior IDH do planeta e uma das maiores taxas de mortalidade infantil do mundo. O Brasil sediará a embaixada na capital Freetown que tem aproximadamente 1,1 milhão de pessoas.

A Albânia, que luta para sair da herança maldita do comunismo, sonha um dia ingressar para a União Européia. O pequeno pais de 4 milhões de habitantes receberá o Brasil na capital Tirana. O Chipre, capital Nicósia, tem 800 mil habitantes, uma cidade de médio porte no Brasil, e vê seu pequeno território, uma ilha, disputado por Grécia e Turquia.

Lula não morra agora

Ao acordar deparo com a mega tarja laranja na televisão: Lula é liberado de hospital. Imediatamente processo que não poderia ser nada grave visto que até a noite anterior não tinha notícias de alguma piora na saúde do presidente. Mais uma quase notícia para a imprensa noticiar: Lula tem pressão alta. É inclusive uma excelente propaganda com o noticiário relacionando o caso ao excesso de trabalho do mandatário. Agora: pior seria se fosse algo grave. Nada poderia ser pior que o Lula morrer a essa altura do campeonato. Reviveríamos um Getúlio fase 2. O cortejo do corpo por todas as capitais do país, pelo sertão, pelos Pampas, pela Caatinga, pelo Pantanal. E o que é pior a eleição de Dona Dilma na esteira do líder nacional morto. Pelo país, o melhor que Lula pode fazer é continuar vivo até Outubro.

Enxergando demais: os EUA e o Haiti

Os Estados Unidos enviaram cerca de 20 mil homens para auxiliar na (re)construção do Haiti. Nenhum país ou organização internacional realizou esforço similar seja em número de pessoal seja em maquinaria. E para provar que implicância pouca é bobagem, alguns acusam os país, além de militarizar a situação, de querer tomar posse do Haiti. Concordaria em gênero, número e grau houvesse algo de interessante no local. Já me repetindo, o Haiti é metade de uma Ilha com meia dúzia de belas praias ao Norte. Além disso, é só pobreza, miséria, analfabetismo e mais miséria e pobreza. Parece inquestionável a necessidade de haver sim força policial extra nas ruas. O que parece questionável é a idéia de militares brasileiros, querendo ensinar os costumes locais aos americanos, de fazer a distribuição de mantimentos com mulheres, porque a figura feminina tem muito respeito junto à população que a relaciona a figura materna. Isso realmente parece fantasioso num momento em que se ouve uma explosão de casos de estupro pela destruída capital Porto Príncipe. Melhor deixar aos americanos, cada um, fazendo o seu trabalho.

Os lobos e os lobos dos fundo de pensão

Foi lançada, nesta semana, pelo governo federal, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). O objetivo é fiscalizar o setor que movimenta 506 bilhões de reais por ano, cerca de 20% do PIB. O controle da nova agência ficará a cargo do PT e do PMDB. É como dar aos lobos o controle sobre os lobos que já controlam os ovos das galinhas.

Em qualquer parte do mundo quem controla os fundos de previdência praticamente contrala a economia. No Brasil, com uma arrecadação compulsória junto a aproximadamente 7 milhões de trabalhadores, os fundos são verdadeiros monstros com poder levantar e afundas empresas no mercado de ações.

O maior fundo do país é o Previ, junto aos funcionários do Banco do Brasil, com investimentos de 135 bilhões de reais. Seguido pelo Petros, majoritariamente da Petrobrás, com 44 bilhões e o Funcef, da Caixa, com 36 bilhões.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brasileiro prefere apostar na loteria que alfabetizar o país

Quem conhece a política por trás do PAPO DE POLÍTICA sabe que não somos muito simpáticos a idéia de ONGs tomarem o papel que, a princípio, seria do governo. É muito estranho uma ONG receber dinheiro estatal para desempenhar uma função governamental. Ainda assim, a título de curiosidade o brasileiro em 2009 preferiu apostar na loteria que alfabetizar todos os cidadãos. Segundo a Caixa Econômica Federal, ano passado, foram apostado nas loterias R$7,3 bilhões, uma média de R$36,5 por brasileiro. A ONG Alfabetização Solidária pede 21 reais durante 8 meses para dar educação a uma pessoa, o que daria 14 reais por mês ao ano. Felizmente, a maior parte do Brasil já está alfabetizada, ou seja, com um leve recurso das loterias, cedido a uma ONG, não teríamos analfabetismo no país.

Transatlânticos continuam atracando no Haiti

Interessante notícia que a rotina de transatlânticos na costa norte do Haiti permanece inalterada. Navios como o Independence of the Seas e o Navigator of the Sea continuam despejando milhares de turistas no litoral do país. Labadee é o paraíso que procuram. O que não é, ao menos, ruim: o Haiti recebe 6 dólares por turista desembarcado.

Isto me recorda uma fala do general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, que foi o primeiro comandante da missão das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH) entre junho de 2004 e setembro de 2005. Ele comentava, horrorizado, a miséria do país, o abandono, o lixo nas ruas, a violência. E, citou os turistas que chegam ao país nos transatlânticos. Para ele, muitos nem sabiam que estavam no Haiti. Eles só sabiam que estavam na Ilha Hispanhola, que forma o Haiti e a República Dominicana. O general citou, intrigado, o disparate entre a completa miséria que tomava o país e o cenário paradisíaco, onde nada faltava, donde atracavam os navios. Cenário, alias, perfeito para uma ressurreição popular.

Só para não deixar em branco: Lula e a UNE

Hoje, às 17h00, o presidente Luís Inácio Lula da Silva se encontra com o presidente da UNE, o eterno estudante, Augusto Chagas. Um daqueles personagens que se recusam a concluir a faculdade para não abandonar a boa vida da mamata no movimento estudantil.

Acho que só eu ainda me importo com a inoperância da UNE. Há tempos nem falar besteira – como nos tempos do comunismo – ela se pronuncia mais. Agora o silêncio domina a entidade enquanto milhões do governo entram em seus cofres. Nesse ínterim, escândalos de corrupção rompem o país, independente da legenda partidária, e a UNE faz que não é com ela. Controlada há 20 anos pelo PCdoB, a União dos Estudantes é símbolo do engessamento de parte da sociedade civil. Milhões para dentro, silêncio para fora.

domingo, 17 de janeiro de 2010

O dinheiro da ajuda internacional no Haiti

Segundo estimativa da Cruz Vermelha, a onda de terremotos no Haiti, que sacudiu a região da capital Porto Príncipe, atingiu três milhões de pessoas, um terço da população do país. Com o número de mortos sendo calculados entre 100 e 200 mil, isso representa que 1 em cada 30 pessoas na área mais atingida pela catástrofe morreram.

Muitas organizações internacionais, países, ONGs e celebridades se comprometeram em doar recursos para a reconstrução do Haiti. Ainda que seja complicada estipular exatamente quanto chegará ao bolso haitiano, a soma começa a ganhar vulto. Algo em torno de $1 bilhão. O que em qualquer país do mundo chama atenção para desvios e corrupção.

Em última instância, no caso da inoperância do já criticado governo de René Préval, pega-se o dinheiro e divide-se entre a população. Eles farão melhor uso.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O que restou do Haiti

Num lugar onde falta tudo, o terremoto no Haiti destruiu o que restava. Derrubou torres de telefonia, destruiu postos de atendimento, bloqueou ruas, e não deixa hospitais operáveis. Faltam água, comida, remédio, pessoal e equipamentos. 11 militares do Brasil morreram. A 12º vítima, a única civil, Zilda Arns é a mãe da Pastoral da Criança.

Em 2006, ela foi considerada para receber o prêmio Nobel da Paz. Ela e a Pastoral são constantemente lembrados e laureados mundialmente pelo trabalho em prol da assistência à criança.

O Haiti tem 80% da população vivendo com menos de 2 reais por dia, e mais de 50% da população analfabeta. Tem uma área similar a do estado de Alagoas, 27 mil km2, e 9 milhões de habitantes, pouco menos que o Paraná.

A missão de paz da ONU no Haiti, MINUSTAH, em atividade desde junho de 2004, tem na liderança cedida ao Brasil uma vedete da política externa do atual governo. Ao ponto de levarmos a seleção brasileira para um amistoso contra a seleção local. À época, o primeiro-ministro haitiano ofereceu mil dólares para quem marcasse um gol na partida perdida por 6x0.

Em dezembro de 2009, a MINUSTAH contava com um efetivo de 9.057 pessoas entre policiais e tropas de 47 países. O Brasil lidera com 1.273 homens e 7 mulheres. Logo seguido pelo pequeno Nepal com 1.236 pessoas, o Uruguai com 1.136 e a Jordânia com 1.062.

Os olhos do mundo, aparentemente, se voltam, momentaneamente, para o Haiti, enquanto o país é mais uma vez devastado por mais uma tragédia natural. Enquanto se fala em 100 mil mortos, 1% da população, quase 2 milhões de pessoas se fosse no Brasil, não se encontra palavras para descrever a barbárie que tomou o país.

16 anos depois, o bom futuro da democracia brasileira

Há três dias, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, regresso das férias, deu início ao seu último ano de governo. Chega ao fim, o mandato de chefe supremo do Executivo brasileiro, o nome que, sempre cercado de polêmicas, foi um dos homens mais importante da política nacional dos últimos trinta anos.

Não escapará, no apagar das luzes, a pergunta que muitos brasileiros já se fazem desde o primeiro embate entre os dois em 1994: quem terá sido o melhor Lula ou FHC? Acalantados debates são e serão travados em praça pública. A melhor resposta possivelmente virá daquele que verá empossado em 2011 o presidente de sua legenda: Dilma ou Serra? É pouco provável que o público escolha uma terceira via.

Mas começa a soar plausível aos ouvidos de muitos que – numa política infelizmente baseada na escolha do “menos pior” – pareça crescer a noção de que independente do vencedor, e apesar de sua já inequívoca incompetência administrativa, o Brasil prossiga maduro com uma sólida economia e uma estabelecida democracia que conseguiu atravessar as dois períodos de duas legendas partidárias com admirável equilíbrio no cenário interno e externo. Para muitos, isso só foi possível porque uma legenda veio antes da outra, e não vice-versa. Pode até ser verdade, mas agora o Brasil soará mais ou menos como um só na mão de ambos. O que, apesar de tudo, é bom.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Modo JN de fazer uma matéria

É possível noticiar a morte do locutor Lombardi sem citar a palavra SBT? É possível deixar de citar a empresa na qual trabalhava aonde marcou seu mais famoso bordão “Olá, Silvio!”? Aliás, seria possível falar do Lombardi sem pelo menos uma imagem do “patrão” Silvio Santos? O Jornal Nacional demonstrou / acha que sim. Independente de emissora, o telejornalismo mudou mesmo. Guerra é guerra. Dinheiro primeiro, informação depois.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mal administrado, mas campeão. Que sofra e vibre o torcedor.

O site oficial do Flamengo informa que o Grêmio tinha direito a 8.000 ingressos para o jogo da 38º e última rodada do Campeonato Brasileiro, que pode dar o título ao rubro-negro carioca. O mesmo Grêmio, em nota, diz que nunca recebeu os bilhetes e, ainda que os tivesse, o regulamento do torneio determina que eles sejam vendidos somente no local da partida. Hoje, pela manhã, foram vendidos 5.000 ingressos. Eles são da cota renegada pelo time gaúcho. O que leva a pergunta óbvia: onde foram parar os outros 3.000 ingressos?

Haverá 3.000 gremistas no Maracanã domingo? Se houver, de onde eles terão comprado as entradas que o Grêmio afirmou não ter recebido? E, como podem ter sido vendidas para diversos setores do estádio se a torcida visitante SEMPRE fica confinada às cadeiras comuns?

O Flamengo é mal administrado. A sua sorte é que todos os outros não fizeram melhor esse ano. Como sempre nesse cenário, quem sofre é o lado mais fraco da corda. Esse ano, ao menos, muitos parecem não se importar com isso. Afinal, depois de 17 anos, a maior torcida do Brasil vai poder inflar os peitos e gritar: Hexa campeão! Só faltam 90 minutos.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Robin Williams perdeu a oportunidade de ficar calado

O ator Robin Williams foi infeliz, para não dizer grosseiro, ao tentar fazer uma piada com a perda da cidade de Chicago na disputa da sede das Olimpíadas de 2016 para o Rio de Janeiro.

No programa de David Letterman, exibido segunda passada (23) na televisão americana, em sua saudação inicial, ele brincou dizendo “é bom estar com a próxima Oprah hoje à noite”. A apresentadora é indicada como a mulher mais influente e rica dos Estados Unidos.

Oprah foi até Copenhagen, na Dinamarca, local da escolha da sede, como garota propaganda da candidatura americana. Ao que o ator emendou “espero que não esteja chateada com a perda das Olimpíadas. Chicago mandou Oprah e Michelle (Obama, primeira-dama americana). Brasil enviou 50 strippers e uma libra de pó (cocaína). Não é uma disputa justa.”

A platéia reagiu de modo seco, com aplausos muito contidos. Letterman continuou o riso que mantinha desde o início da fala de Williams. O ator esteve no programa para lançar o filme “Old Dogs”, além de comentar a recuperação de uma cirurgia no coração realizada em março.

sábado, 3 de outubro de 2009

Um dia para a História

Hoje, neste 3 de outubro, tudo mudou. O antes era indício agora é realidade. O mundo realmente aponta para mudanças. O Rio e o Brasil ganharam a maior chance da história para reverter um quadro de atraso para o progresso e o desenvolvimento. O Rio 2016 é real.

É o maior acontecimento na história da cidade. O Circuito Elizabeth Arden ganha conexão no Rio. Com um comentarista americano disse: a escolha não é uma corrida de velocidade, é uma corrida de revezamento. A partir de agora haverá outras inúmeras etapas onde a cidade terá que mostrar seriedade e comprometimento para provar que sim é uma cidade moderna.

Podemos todos ficar felizes. Chorar se quiser. Hoje, a História com H maiúscula foi escrita em nossa cidade. A maior celebração da humanidade acontecerá aqui. A Copa do Mundo de Futebol em 5 anos, as Olimpíadas em 7. Tem a Copa das Confederações em menos de 48 meses. A mobilização é para ontem. O legado é para sempre. O Rio agora é do mundo.

Deixemos preferências políticas, dúvidas financeiras, momentaneamente, de lado.
Agora é hora de dizer para nos mesmos que sim as Olimpíadas, a Copa do Mundo podem ser aqui como poderiam ser em Nova Iorque, Londres, Pequim, Paris. Nós somos os que queremos ser. Nos seremos a sede da humanidade.

Parabéns a todos nós.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Contagem Regressiva Rio 2016: O que será do meu bolso?

Já na manhã desta quarta-feira, em Copenhagen, na Dinamarca, a cúpula governamental do Brasil e do Rio de Janeiro estarão presentes para a decisão na sexta da sede dos Jogos Olímpicos de 2016. É inquestionável a precariedade da cidade do Rio em um sem número de aspectos que vão desde saúde e habitação a segurança e transporte público. Ainda assim, valeriam os Jogos no Brasil não estivessem Lula, Sergio Cabral e Eduardo Paes tão animados com a vinda das Olímpiadas quanto o personagem Yuri Orlov, do filme “Senhor das Armas”, com o fim da Guerra Fria. E o projeto de Chicago soa como o melhor de todos. Pode ser o mais caro – cerca de 9 bilhões de reais – pelo menos esse deve ser o valor final. Como visto no Pan 2007, no Rio o orçamento original pode ser multiplicado. Por muito.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O problema da Petrobras

Virou notícia a pesquisa da Petrobras por petróleo na camada abaixo do sal no litoral da Bahia. O que de concreto não é nada. Ainda assim não deixa de soar como propaganda para a oitava companhia do mundo. Parece que existe mais uma área gigantesca a se explorar por óleo.

A Petrobras é o maior cabideiro do país. Investe fortunas nos mais obscuros veículos do Brasil, de revistas de sindicatos a folhetos de organizações sociais. Um dinheiro que circula sem nenhum compromisso com a manutenção das instituições. Na medida que hoje uma ONG recebe patrocínio, amanhã ela pode não ter mais nada. O problema é justamente esse.

O Estado cada vez mais terceiriza tudo. Escola, hospitais, museus vai tudo para a mão do terceiro setor. O estado tira seu compromisso com a população. Nisso uma empresa de petróleo faz o que quer e o que não quer. Coloca dinheiro onde bem intende, faz propaganda do jeito que quer, e dá emprego para quantos afilhados políticos forem necessários. E no final ainda sai com a imagem positiva de quem financiando instituições filantrópicas ajuda no desenvolvimento do Brasil.

A Petrobrás é filha do clientelismo estatal por ser parte dele. É o signo do atraso político brasileiro. Que se privatize tudo. Que o Estado assuma o que é sua responsabilidade.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Abaixo a Honduras

A trupe de 70 pessoas se instala na embaixada que é prontamente cercada por tropas do governo em exercício que cortam o suprimento de água e luz. Recebendo solidariedade de alguns cantos do mundo, comida começa a ser remetida aos enclausurados que se recusam a dividir com o corpo diplomático brasileiro. Sendo bombardeado pelos dois lados do conflito da insignificante republiqueta de banana de Honduras, o Brasil devia expulsar a horda que se instalou na embaixada. Que busquem asilo na Venezuela, no Equador. Vai ser estúpido em outro lugar. Os dois lados o governo deposto e o atual deram provas da falta de bom senso para com o Brasil. Eles que se entendam em outro lugar. Nenhum cidadão brasileiro deve sofrer – como está acontecendo – qualquer tipo de cerceamento devido a esta situação. Abaixo aos beligerantes bananescos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Hora de acalmar os pequenos hondurenhos

Após corte o fornecimento de água e eletricidade a embaixada brasileira em Tegucigalpa, o embaixador de Honduras na ONU acusa o Brasil de subimperialismo. Realmente, fosse Honduras minimamente mais relevante ao cenário internacional valeria ao Brasil ser imperialista ao todo. Impor o presidente que quisermos, e usurparmos quaisquer valores que venham a interessar o escopo canarinho. Visto que Honduras não tem riquezas assistimos inertes ao completo desrespeito a norma diplomática com a humilhação do corpo brasileiro presente na capital hondurenha. Na falta do presidente do Brasil e do ministro das Relações Exteriores que estão no exterior, é hora do vice-presidente José Alencar chamar o embaixador hondurenho para dar explicações perante a sociedade brasileira.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O melhor rodízio de carros do mundo

Numa época onde prevalece o politicamente correto, há de se destacar aquele provocador que subverta a ordem vigente, provoque-a, a fim de debatidas as diferenças, crie uma nova linha de pensamento. Por isso, no ordenamento urbano, proponho um novo tipo de rodízio de carros para a melhor fruição do tráfego. O rodízio racista. É simples, num dia estão proibidos carros brancos e de cores claras. No outro, carros pretos e de corres escuras. Se o cidadão ficar em dúvida sobre a classificação de seu carro, ele levará o veículo ao Cômite do Rodízio que, após deliberação de um conselho de notáveis, sentenciará se o carro é claro ou escuro. O rodízio racista visa estimular as famílias a terem pares inter-raciais de veículos promovendo a união das cores na natureza.

Alerta Importante aos descuidados, desavisados e ressabiados: Este nota é uma IRONIA !!!

O famigerado Dia Mundial Sem Carro

Alguns franceses sem ter muito que fazer inventaram em 1998, o Dia Mundial Sem Carro. Como o passar dos anos, alguns políticos sem fazer muita coisa acharam a idéia genial. Aliava preocupação com meio-ambiente com soluções eficientes no transporte público. No Brasil, em geral, não acontecem nem uma coisa, nem outra. Passados onze anos, agora, em 2009, a cidade do Rio de Janeiro entra pela primeira vez na brincadeira. Por determinação do prefeito, para que os meios públicos sejam menos problemáticos que normalmente, todos colocaram 100% da frota nas ruas. Todos os ônibus em circulação, todos os vagões do metrô nos trilhos. Até o prefeito disse que iria de bicicleta ao trabalho. É capaz que ninguém sequer de ouvidos a essa bobagem, saiam de casa de carro e tenham um pouco mais de dificuldade para estacionar. É capaz que, por causa da chuva, o prefeito desista de usar bicicleta. A única certeza é que o Dia Mundial Sem Carro é uma sacanagem aos ouvidos de quem – naturalmente desprovido de carro – é forçado a se socar nos trens, vans, barcas, ônibus e metrôs das metrópoles pelo mundo afora

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O que fazer com Honduras

Sou fã da Wikipedia. Lá, tomo conhecimento sobre quase qualquer trivialidade do mundo. Inclusive que Honduras tem 7,5 milhões de habitantes e 112 mil km2 de aérea. O país da América Central tem o PIB de 30 bilhões de dólares, dados da CIA de 2008. Isto dá cerca de 54 bilhões de reais. Bem, dois anos antes, em 2006, o apagado Espírito Santo já tinha um PIB de 52 bilhões reais. Ou seja, economicamente Honduras e Espírito Santo têm a mesma relevância. A população hondurenha é similar a da cidade do Rio de Janeiro. O ponto é que é demasiado dar uma relevância continental a uma crise política de um país tão pequeno. O abrigo ao deposto presidente Manuel Zelaya na embaixada brasileira em Tegucigalpa se não bem trabalhado pelo Itamaraty pode trazer danos a imagem e ao comércio brasileiro. Hoje, a balança comercial com Honduras e pesada ao pequeno país. Eles importam 135 bilhões de dólares do Brasil enquanto exportam apenas 6 bilhões. Em relação ao Brasil, Honduras é uma cidade. É importante agir sem ferir interesses nacionais.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Lula, o bom político

Bom político não faz festa somente em inauguração de obra. Faz festa quando lança a carta de intenção, quando lança a pedra fundamental, e quando visita a construção. Sem atento ao lema, o presidente Lula, hoje, participa do pré-lançamento da medalha comemorativa do centenário do Coritiba, o clube paranaense. Verdade seja dita, estamos a menos de um mês da celebração do centenário, dia 12 de outubro. Difícil é ver um político inaugurando uma obra que realmente esteja concluída em menos de 30 dias.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Vamos deixar o Cabral em Paz em Paris

A campanha para deixar o governador Sergio Cabral curtir Paris continua. Ontem, em sua trigésima viagem a capital da França, repórteres tiveram o disparate de importunar Cabral com questões ligadas ao Judiciário (a fuga do ex-chefe do tráfico da Mangueira) e as vans da Central. Todo mundo sabe que quem está em Paris quer ver o Louvre, a Fundaçaõ Cartier-Bresson, ir ao Stade de France, ninguém quer pensar em pobre da Central. Cabral curta a sua viagem, aproveite bastante, que enquanto isso agente segura as pontas no Rio por você.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Incansável governador parisiense Cabral

Quando alguém dúvida da capacidade do governador do Rio Sergio Cabral, ele surge com uma novidade para embasbacar os asseclas e sodomizar os críticos. Superando as leis da física, Cabral vai a Paris pela décima vez em nove dias. Mas ele não estará na capital francesa somente a passeio. Conseguiu convencer o grupo Michellin a lançar a versão Rio de Janeiro do seu famoso guia turístico. O governador achou de bom tom ir até a França participar do evento. Em troca das milhagens acumuladas nas viagens até o país de Sarkozy, Cabral será agraciado com a “comenda máxima do governo francês”, a Légion D’Hounner. Entre as atividades, ele fará uma palestra para “vender” para empresários franceses às benesses de investir no Rio. Paira sobre a oposição, a expectativa de que um dia o governador se perca e esqueça o caminho de volta.